Cimeira do G7 em França vigiada por 10 mil efectivos

Cerca de 10 mil polícias e militares têm a seu cargo a segurança da cimeira do Grupo dos Sete (G7) em Biarritz, na costa basca do Sudoeste da França, a qual decorre entre os dias 24 e 26. Estarão presentes os líderes de sete potências capitalistas – Alemanha, França, Canadá, Estados Unidos, Itália, Japão e Reino Unido.

O ministro do Interior francês, Christophe Castaner, confirmou que está a funcionar um apertado controlo fronteiriço de ambos os lados da fronteira França-Espanha, que inclui a identificação de pessoas registadas como potenciais «criadores de problemas».

A presença do presidente dos EUA, Donald Trump, gera maiores preocupações de segurança e há notícias da presença, na zona de Biarritz, de soldados e meios norte-americanos.

Segundo as autoridades gaulesas, a mobilização em torno de uma «anti-cimeira» representa uma inquietação acrescida, já que se prevê a participação nas manifestações contra o G7, sobretudo no sábado, 24, de «coletes amarelos» franceses, de nacionalistas bascos e catalães e do «Bloco Negro», um grupo associado a anarquistas, autonomistas e militantes anti-globalização.

Nas imediações da blindada Biarritz, em localidades como as francesas Urrugne e Hendaye e a espanhola Irun, concentraram-se pacifistas, ecologistas, outros lutadores sociais e membros de movimentos anti-neoliberais. Estes manifestantes organizaram um fórum alternativo à cimeira do G7, com conferências e oficinas para abordar preocupações como a mudança climática, as guerras e as desigualdades. Espera-se nestas actividades pacíficas mais de 10 mil pessoas de diversas partes do mundo.




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