Pais e crianças com direitos para crescer e viver feliz

DIREITOS Jerónimo de Sousa visitou, dia 30, o Espaço Educativo da Voz do Operário, na Baixa da Banheira. Com esta iniciativa o PCP quis relevar o significado e importância do Dia Mundial da Criança.

Os direitos das crianças estão ligados aos dos pais

Numa declaração aos jornalistas, depois de visitar as instalações daquela importante instituição e de contactar com os seus trabalhadores, o Secretário-geral do PCP sublinhou a necessidade de reforçar o «direito das crianças a serem felizes» e a «serem bem acompanhadas pelos pais».

Particularmente realçado por si foi o «caminho apontado nestes três anos e meio» em que foi possível, por exemplo, enumerou, alcançar a gratuitidade dos manuais escolares (cerca de um milhão e meio de crianças e jovens abrangidos), obter os passes intermodais gratuitos para as crianças até aos 12 anos, alargar e bonificar o abono de família para cerca de um milhão de crianças.

Passos que foram dados e que devem ser valorizados no quadro desse «grande objectivo» que é, com o contributo e a acção do PCP, garantir o «direito das crianças a serem felizes», afirmou o líder comunista no final da visita, em que foi acompanhado por Fernanda Mateus e Margarida Botelho, ambas da Comissão Política, Vasco Paleta, do Executivo da DORS, o presidente da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia, a vereadora Vivina Nunes, e Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira.

Jerónimo de Sousa assegurou, aliás, ter estado nesta visita com a «perspectiva de que este é um bom caminho: o caminho de avançar no plano dos direitos, de avançar na sensibilização para resolver problemas como o do défice demográfico, entre outras questões que continuam a aguardar por resposta. Questões como, detalhou, a «gratuitidade das vacinas», em que se regista uma «desigualdade profunda», uma vez que «toda a gente aconselha a vacinação mas depois o problema está em pagá-las». Dado foi o exemplo concreto do rotavirus, cuja «vacina custa 500, 600 euros», valor que não está ao alcance de uma família com dificuldades económicas.

Outras medidas são igualmente necessárias e sobretudo «terem em conta os pais», defendeu Jerónimo de Sousa, que considerou que também estes «devem ter condições designadamente nos seus horários, nos seus salários, nos seus vínculos laborais», por forma a «harmonizar» a vida e o trabalho e assegurar o «direito das crianças a serem felizes».



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