Caos na Soflusa
Na passada sexta-feira, 17, durante uma tribuna pública junto ao terminal de Lisboa da Soflusa, no Terreiro do Paço, a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Barreiro exigiu «medidas de emergência» para aquele transporte fluvial, à beira de um cenário com contornos imprevisíveis. Em causa está a total ausência de investimento na renovação da frota e da não contratação de pessoal, sobretudo ao nível da navegação.
O protesto contou com a presença de dirigentes da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN. «Não basta só a contratação imediata dos mestres, como tem de ser medida urgente a contratação de operacionais de forma a garantir a fiabilidade do serviço público de transportes gerido pelo sector público», acentuam os sindicatos, exigindo «vontade política para servir a população e os utentes».
A Soflusa é responsável por fazer a ligação entre o Barreiro e Lisboa, enquanto a Transtejo, que faz parte do mesmo grupo, assegura as ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão e Lisboa.