Polícias e militares juntos pelas carreiras

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No encontro nacional, realizado no dia 20 de Fevereiro, ao final da tarde, na Fundação D. Pedro IV, em Lisboa, cerca de 200 militares e profissionais das forças de segurança exigiram ao Governo que se iniciem as negociações, previstas na lei do Orçamento do Estado de 2018, para definir o modo e o prazo de aplicação do descongelamento das progressões remuneratórias.

Foi aprovada uma moção, a reiterar esta exigência e a lembrar que ainda não foi obtida qualquer resposta dos ministérios a uma posição conjunta dirigida em Janeiro ao primeiro-ministro pelas associações representativas – Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), Associação Nacional de Sargentos (ANS), Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), Associação de Praças (AP), Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP), Sindicato Independente dos Agentes da Polícia (SIAP) e Associação Nacional de Sargentos da Guarda (ANSG).

No final do encontro, os seus participantes acompanharam uma delegação, para entregar a moção na residência oficial do primeiro-ministro.

Uma reunião de representantes das associações vai ter lugar hoje, dia 1, para analisar a resposta do Governo. «Se não responder, o Governo está a empurrar para um caminho de protesto», disse o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, Paulo Rodrigues, um dos dirigentes citados pela agência Lusa no dia 20.

 



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