XIX Congresso do PCC debate futuro da China
No Grande Palácio do Povo, em Pequim, começou ontem, 18, o XIX Congresso do Partido Comunista da China (PCC). Vai traçar a via para a continuação da construção do desenvolvimento e do progresso no grande país asiático.
Participam 2287 delegados eleitos no seio de mais de 89 milhões de membros do PCC. Entre eles há dirigentes partidários, membros do governo, militares e mais de um terço são militantes de base que trabalham na «primeira linha de produção» como operários, agricultores, técnicos, enfermeiros ou professores.
O XIX Congresso vai debater o relatório do Comité Central, apresentado pelo secretário-geral, Xi Jinping, o relatório da Comissão Central de Disciplina e uma emenda aos Estatutos, bem como eleger a liderança para o próximo quinquénio.
Nos últimos anos, sob a direcção do PCC, o «povo chinês deu um passo em frente com mais confiança para alcançar as suas duas metas centenárias e construir um país socialista», escreve a agência noticiosa Xinhua.
As metas são «construir uma sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos até 2020, para celebrar o centenário do Partido Comunista da China» e «construir um país socialista moderno que seja próspero, forte, democrático, culturalmente avançado e harmonioso» até meados do século XXI, quando a República Popular da China assinala 100 anos de existência.
Neste caminho, assegura a Xinhua, a China desenvolverá esforços para prevenir os riscos, combater a pobreza, controlar a poluição e aprofundar as reformas visando «um desenvolvimento económico e social sustentado e saudável».