Eleições na ADSE
Para dia 19 de Setembro está marcada a eleição dos quatro representantes dos beneficiários titulares no Conselho Geral e de Supervisão da ADSE (Instituto de Protecção e Assistência na Doença, ADSE, IP).
A este acto eleitoral apresentam-se sete listas. A eleição dos representantes é feita por representação proporcional, seguindo o método de Hondt.
Têm direito de voto os beneficiários titulares da ADSE inscritos nos cadernos eleitorais, com inscrição válida e em vigor no dia anterior à data da marcação do acto eleitoral (19 de Julho), conforme informação publicada no portal da ADSE.
O voto pode ser exercido por uma de três formas: voto electrónico, voto por correspondência ou voto em urna.
O voto electrónico e o voto em urna podem ser exercidos das 9 às 17 horas, em Portugal Continental e na RA da Madeira, e das 8 às 16 horas na RA dos Açores.
Para receber os votos em urna, são constituídas secções de voto nos locais onde funcionam as juntas médicas da ADSE (Porto, Coimbra, Lisboa, Évora e Faro) e, ainda, nos serviços desta em Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Funchal.
O voto electrónico é exercido com recurso a um sistema de informação certificado, disponibilizado pela ADSE, acessível a quem tenham feito o seu registo até quarenta e oito horas antes do acto eleitoral.
Para votar por correspondência, é necessário obter no portal da ADSE o boletim de voto e imprimi-lo, ou solicitá-lo até 7 de Setembro nos locais de voto em urna ou por carta (ADSE, IP, Apartado 50064, Loja CTT S. João de Brito, 1702-001 Lisboa). O voto deverá entrar na ADSE até ao dia 19.
Pública
e dos trabalhadores
A Lista G, com o lema «Por uma ADSE Pública e dos Trabalhadores», tem como mandatária Ana Avoila e o primeiro candidato é Francisco Braz.
No seu manifesto eleitoral refere-se que «os trabalhadores e aposentados da Administração Pública, face à alteração jurídica da natureza da ADSE, exigem um organismo participado, defendendo o seu carácter público com o objectivo primordial de serviço aos seus associados».
Os candidatos propõem-se pugnar pela «consolidação da ADSE, como sistema complementar de saúde para todos os trabalhadores da Administração Pública, independentemente do vínculo contratual, a par do reforço e melhoria dos serviços prestados aos beneficiários». Defendem ainda a redução dos descontos, com incidência sobre 12 meses da remuneração-base (e não sobre 14).