De novo feriados
No dia 28, segunda-feira, depois de o primeiro-ministro ter assinado a referenda (último acto antes de se iniciar a execução de um diploma legal) da lei da Assembleia da República que repõe os quatro feriados eliminados em 2013, promulgada no dia 18 pelo PR, a CGTP-IN reafirmou que esta reposição «constitui uma medida de justiça social e é o resultado prático da luta desenvolvida pelos trabalhadores e trabalhadoras nos últimos anos» e «vem mostrar, mais uma vez, que não há inevitabilidades e que vale a pena continuar a lutar pela valorização do trabalho e a dignificação dos trabalhadores, indissociáveis de uma efectiva mudança de política».
Na mesma nota em que valoriza a devolução dos feriados (Corpo de Deus, Implantação da República, Todos-os-Santos e Restauração da Independência), a CGTP-IN chamou a atenção para a restituição dos 25 dias de férias e a revogação das alterações da legislação laboral que «eliminaram ou enfraqueceram direitos individuais e colectivos dos trabalhadores», entendendo que «a correcção dessas injustiças se impõe com igual força e quanto antes».