Limpeza urbana em Valongo

Queixas aumentam

A limpeza das vias e espaços públicos nas diferentes freguesias do concelho de Valongo têm sido alvo de bastantes reparos e críticas por parte das populações, com mais intensidade nos últimos meses. Esta questão tem suscitado diversas intervenções, quer nas assembleias de freguesia, quer nas próprias reuniões da Câmara Municipal, com a denúncia de situações injustificadas para os tempos que correm.
Segundo denuncia a CDU, «as queixas aumentaram desde que o PS e o PSD aprovaram a concessão da recolha do lixo e limpeza urbana, a pretexto de um preço a pagar mais baixo, ao consórcio Ecorede/Rede Ambiente, composto pela Ecorede – Silvicultura e Exploração Florestal, SA e pela Rede Ambiente – Engenharia e Serviços, SA, empresas que têm nas suas administrações conhecidos dirigentes e ex-dirigentes do PSD».
Em nota de imprensa, os eleitos do PCP contestam ainda a redução de equipamentos de recolha e de depósitos de lixo. Os contentores semi-enterrados, por exemplo, passaram de 150 para 91 e os ecopontos de 90 para 60. Em 2012, aquando da revisão do contrato com a SUMA, as papeleiras foram reduzidas de 900 para 300, números que se mantêm com a nova concessão.
«A redução do valor pago pela concessão, comparando com o contrato inicial da concessão anterior, datado de 2010, resulta, sobretudo, da redução de serviços, com consequência na qualidade da limpeza do concelho», acusam os comunistas, salientando que PS e PSD, ao decidir persistir na opção da concessão a privados, «voltaram a desperdiçar uma oportunidade para iniciar um processo de retoma gradual e faseada dos serviços municipais privatizados, escolhendo pela perpetuação de contratos de concessão que condicionam seriamente a capacidade de intervenção da Câmara e, feitas as contas, custam mais caro ao erário público».




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