Aumenta o desemprego
Não é de agora a promessa de que o ataque aos direitos dos trabalhadores visa criar empregos. Desde 1976, quando o Governo de Mário Soares e do PS promoveu a aprovação da lei dos contratos a prazo, tem sido invocada a «vantagem» de sacrificar direitos e salários para salvar o posto de trabalho. Retirados direitos e «contidos» salários, o emprego não cresce e até se perde, por muito que a precariedade vá alastrando.
Em 2001, antes de se iniciar a aprovação do Código do Trabalho, havia 330 mil desempregados. Em 2003, os trabalhadores sem emprego eram 490 mil. Em 2013, o desemprego alastrou a mais de um milhão e 400 mil pessoas.