Disparidades salariais penalizam mulheres
A disparidade salarial entre homens e mulheres tem aumentado desde 2007, em particular nos grupos profissionais mais qualificados, segundo conclui um novo estudo encomendado pelo Governo português.
Segundo revelou à Lusa, dia 14, a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, em 2011 essa diferença média foi de 18,5 por cento, e embora desça para 15,7 por cento com base na remuneração horária, é «ainda assim crescente».
A responsável acrescentou que «a diferença é quase inexistente nas camadas profissionais mais baixas», mas «atinge níveis próximos dos 30 por cento entre os níveis profissionais mais qualificados».
O estudo incidiu sobre mais de 80 sectores de actividade, tendo sido detectadas diferenças salariais favoráveis aos homens em 64 deles.