Pobreza cresce em Portugal
A Associação Portuguesa de Deficientes (APD), numa carta enviada aos deputados à Assembleia da República, considera que o Orçamento do Estado (OE) para 2014 significa para os cidadãos em geral e para as pessoas com deficiência em particular o agravamento das condições de vida, mais desemprego, menor rendimento, menos escola pública de qualidade, degradação do Serviço Nacional de Saúde, menos acesso à cultura e menos apoios sociais.
«O estado deplorável em que Portugal se encontra é da inteira e exclusiva responsabilidade de quem governa e não cumpre nem a lei fundamental do País nem as convenções que assina», acentua a APD, frisando que «há alternativas a esta política» que começam, desde logo, «pela renegociação da dívida».