CDU é de todos
«Seis listas, centenas de candidatos, dezenas de eleitos, milhares de militantes e activistas formam este todo unido, combativo e confiante», afirmou, frisando que aquele colectivo tem consciência do «muito que foi feito nos últimos oito anos e no pós 25 de Abril», das «imensas potencialidades do concelho», da «combatividade, das capacidades, dos saberes da nossa população», mas também das «dificuldades» e dos «problemas do concelho».
Sobre este mandato, valorizou o candidato à Câmara Municipal, «conseguimos realizar investimentos importantes nos últimos anos na qualificação de espaços, alcançámos prémios e prestígio, por isso é ainda mais premente o aprofundamento e a consolidação de uma estratégia sólida que determine o caminho a percorrer para os próximos anos. Uma visão que permita congregar esforços e unir a sociedade para a construção, para a consolidação de um identitário comum com vantagens para o concelho e para todos.»
Propostas para o futuro
Para os próximos quatro anos, a CDU quer um Barreiro com «desenvolvimento económico, com a criação de riqueza e emprego», um «ambiente, cada vez melhor, que potencie a Reserva Natural Local da Mata Nacional da Machada e o Sapal de Coina», «novas vias de acesso ao concelho e uma mobilidade para todos, em que os Transportes Colectivos do Barreiro, municipais, estejam ao serviço das pessoas e sejam sustentáveis do ponto de vista financeiro», um «sistema de águas e saneamento público de qualidade», uma «visão integrada e sustentada do território», uma «administração cada vez mais desburocratizada, desmaterializada, próxima das população e ao seu serviço», um «projecto cultural, artístico, lúdico e desportivo ao serviço das pessoas e do seu desenvolvimento integral», a «preservação do património construído, particularmente o património industrial» e uma «intervenção nas áreas sociais».
«Trabalharemos para concretizar a visão que temos: tornar o Barreiro numa cidade para todos, vibrante e dinâmica, uma referência económica, social e ambiental, evidenciando o posicionamento geoestratégico como elemento chave para o emergir da centralidade empresarial e económica no contexto do Arco Ribeirinho Sul da Área Metropolitana de Lisboa e da relação desta com a Europa e Atlântico», destacou Carlos Humberto Carvalho.