Adesão total

Na CSP e na Visteon, a greve ao trabalho suplementar teve adesão total, revelou o SIESI. No dia 4, sábado, os trabalhadores da fábrica de semicondutores CSP, em Almada, recusaram-se a trabalhar, depois de o patrão anunciar que iria reduzir o pagamento do trabalho suplementar em 50 por cento e eliminar o respectivo descanso compensatório. O sindicato da Fiequimetal/CGTP-IN explicou que a luta ocorreu ao abrigo do pré-aviso de greve apresentado pela federação, a nível nacional, válido até ao fim do ano. Os cerca de 80 trabalhadores formalizaram colectivamente a oposição a qualquer tentativa de aplicar o «banco» de horas.

Na Visteon, em Palmela, a recusa de trabalho suplementar começou dia 1, porque a direcção da fábrica quer reduzir o pagamento a metade e eliminar o descanso compensatório. A greve vai prolongar-se até que passe a ser respeitado o contrato colectivo do sector.

Na Dalkia, em Paço de Arcos (Oeiras), desde Junho, foi reposto o horário de trabalho, que a empresa tentou alargar em Abril, através da redução do intervalo para almoço. O aumento da jornada laboral em meia hora acabou por ser pago como trabalho suplementar.



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