Cinema perde espectadores

Image 10877

As salas de cinema perderam este ano 1,2 milhões de espectadores e 4,6 milhões de euros de receita de bilheteira, segundo dados do Instituto do Cinema e Audiovisual sobre a exibição de cinema comercial em Portugal.

No primeiro semestre, as salas acolherem 6 134 099 pessoas, menos 17,4 por cento que no mesmo período de 2011. A receita bruta de bilheteira também registou uma quebra acentuada de 4,6 milhões de euros (12,5%), para um total de 32,7 milhões de euros. Abril foi o único mês em que não se registou uma redução de espectadores e das receitas de bilheteira, com 1 321 738 entradas e 7,3 milhões de euros.



Mais artigos de: Aconteceu

Corporações despedem bombeiros

Cerca de dois mil bombeiros profissionais já foram despedidos, este ano, e há vários casos de salários em atraso em todo o país, segundo revelou o presidente do Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais (Lusa, 5.06). Sérgio Carvalho explicou que...

Litoral Alentejano sem médicos de família

Mais de 44 mil habitantes do Litoral Alentejano ficaram sem médico de família quando, há duas semanas, os 12 médicos cubanos que assistiam os centros e extensões de saúde dos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines, terminaram...

Portagens diminuem vendas

A acentuada quebra do tráfego provocada pela introdução de portagens nas SCUT está a reflectir-se no negócio das gasolineiras que possuem estações de serviço nas referias auto-estradas. Galp, Cepsa e Repsol têm registado quebras nas vendas na ordem dos 50 a 60...

Monopólios chineses no 2.º lugar da <i>Fortune</i>

A China é o segundo país do mundo, logo a seguir aos EUA, com mais empresas na classificação das 500 maiores, da revista norte-americana Fortune. A lista, divulgada, terça-feira, 10, mostra que a Sinopec e a State Grid, parceiras das portuguesas Galp e REN,...

Filipe Chinita tem novo livro

Do Tamanho das Nossas Vidas, assim se chama o mais recente livro de Filipe Chinita, também ele de poesia tal como os dois que o precederam. E também ele «escrito a duas mãos», como refere o autor, tendo em fundo não o seu Alentejo presente nos poemas...