Organizar para intervir
Aos vários níveis da estrutura do Partido estão a realizar-se assembleias das organizações, que analisam o meio em que actuam, traçam orientações e elegem dirigentes.
As organizações decidem as suas orientações
Teve lugar no sábado a XI Assembleia da Organização Concelhia da Marinha Grande do PCP, com a participação de 90 delegados e a presença de Manuela Bernardino, do Secretariado do CC.
Os delegados debateram as consequências do pacto de agressão, que tem provocado a falência de empresas e o aumento do desemprego e da precariedade, o corte nos salários e nas pensões e o aumento da carga fiscal sobre o povo, para além de procurar diminuir a capacidade reivindicativa dos trabalhadores.
Ao nível local, acusou-se a gestão PS no município de ter abandonado o desenvolvimento do concelho. A alternativa está na CDU, concluiu a assembleia.
A dinamização e criação de organizações de base são a chave para o reforço do Partido e para o enquadramento de mais militantes, potenciando a intervenção nas empresas, locais de trabalho, freguesias, lugares e áreas de intervenção, concluiu-se. A prioridade é a criação e reforço da organização nas empresas e locais de trabalho. A resolução política foi aprovada por unanimidade, tal como a nova Comissão Concelhia, que ficou composta por 27 elementos.
No fim-de-semana anterior, realizou-se a VII Assembleia da Organização de Freguesia do Laranjeiro com a participação de mais de meia centena de militantes. A Resolução Política, depois de debatida, foi aprovada por unanimidade. A Comissão de Freguesia eleita ficou composta por 29 elementos. A encerrar interveio Antónia Lopes, dos organismos executivos da Direcção da Organização Regional de Setúbal do PCP.