Governo beneficia concessionárias SCUT
O movimento Empresários pela Subsistência do Interior classificou, dia 13, as alterações aos contratos de concessão das auto-estradas SCUT, para cobrança de portagens, como «uma operação de branqueamento de capitais» que devia dar origem a «processos-crime».
Em comunicado, o movimento sublinha que os aditamentos contratuais são «altamente penalizadores para o erário público». Para permitirem a cobrança de portagens, as concessionárias deixam de correr riscos: recebem «uma renda fixa (conceito de disponibilidade) que lhes permite pagar aos bancos e ainda obter uma rentabilidade de capitais próprios superior a 20 por cento». Isto para além de terem menos custos com manutenção, devido à previsível redução de tráfego e de acidentes.