Cortes atingem ensino no estrangeiro
A rede de Ensino de Português no Estrangeiro sofreu este ano um corte de 40 a 45 horários, calcula o Sindicato de Professores de Português no Estrangeiro (SPE). Em declarações à Lusa (17.09), Carlos Pato, dirigente do SPE, indica que as maiores carências se verificam na Bélgica, Luxemburgo e Holanda (Benelux), onde há mais horários incompletos de Português.
A falta de professores obrigou a aumentar o número de alunos por professor, constituindo grupos de vários níveis leccionados conjuntamente e com menos tempo de aulas. As dificuldades no arranque no ano lectivo levaram à demissão dos coordenadores de ensino no Benelux e Reino Unido.