Manifesto de protesto na Madeira

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Os comunistas da Madeira apresentaram, sábado, um manifesto de protesto para denunciar a não concretização, na presente legislatura, do «mandato social». No texto acusa-se o Governo Regional de «fraude política» ao fazer «exactamente o contrário de tudo quanto prometera».

No documento, o PCP alerta ainda que «está em curso o maior ataque às condições de vida do povo desta Região alguma vez desencadeado com a Autonomia», com o investimento público a ser reduzido drasticamente, ao mesmo tempo que o IVA, «o mais injusto de todos os impostos», aumenta.

Por outro lado, entre outras situações, «as despesas sociais são cada vez mais remetidas para os bolsos do povo», os «salários reduzidos», o «custo de vida aumenta», as «reformas e pensões são congeladas» e o «abono de família é reduzido, tal como as comparticipações nos medicamentos, o complemento solidário para idosos, os subsídios de desemprego e a acção social escolar». Depois, face aos «gravíssimos problemas de habitação, o Governo Regional apresenta-se como sendo incapaz de lhe dar uma resposta efectiva», o que faz crescer «o desespero junto de quem há muito tempo clama por justiça social».

«Têm razões para se sentirem traídos e enganados todos os madeirenses e porto-santenses que estão a perder empregos e direitos, que têm mais baixos os seus salários, que estão a pagar mais impostos, que estão a perder prestações sociais, que estão a ser roubados por esta governação que está a impor uma degradação acentuada das suas já de si tão difíceis condições de vida», lê-se no manifesto de protesto do PCP.



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