Almeirim

Município endividado

A CDU em Almeirim acusou a Câmara Municipal de apresentar um Orçamento «inflacionado» para 2011, que irá «continuar a endividar o município» ao mesmo tempo que prevê «já a venda de património municipal».

«Para falarmos deste Orçamento com clareza e coerência, temos que antes de mais abordar qual a receita que o município consegue captar e onde a vai buscar. Para além do financiamento estatal ou de fundos comunitários para o próximo ano, que é cerca de 16 milhões de euros, a Câmara tenciona gerar no município mais 14 milhões de euros, o que dá um Orçamento de cerca de 30 milhões de euros. Ora, nos últimos anos, a Câmara, em termos médios, nunca conseguiu ultrapassar a fasquia dos 24 milhões de euros de receita arrecadada. Será que num ano de crise vai ultrapassar esse valor?», interrogaram, em conferência de imprensa, os eleitos da Coligação, informando que, hoje, a dívida municipal «é superior a 25 milhões de euros».

Ao contrário do PS, para a CDU é importante reconhecer que a receita municipal se fique pelos 24 milhões de euros e se adeque o funcionamento do município à real receita gerada, bem como virar a acção municipal para o combate à dívida e aquisição de investimento no concelho a fim de gerar receitas próprias para a Câmara e para o comércio, serviços e indústria.

É ainda «urgente» acelerar um «caminho pessimamente percorrido, que é a capacidade de trazer para Alenquer fundos comunitários e de programa de apoio para desenvolver sócio e economicamente o concelho, desenvolvendo e potenciando as suas riquezas naturais endógenas».

Os eleitos da Coligação manifestaram-se também contra os cortes profundos na transferência de verba vinda do Governo para a autarquia, bem como para as freguesias do concelho, uma situação «cozinhada» entre o PS e o PSD. «Em Alenquer, como no Governo, só o PCP e a CDU não esquecem as populações e os seus mais íntimos problemas e usando o mandato que nos foi conferido pelo voto popular para defesa de Alenquer, dos alenqueresenses e dos trabalhadores portugueses, hoje, como sempre, assim o será!», referem os eleitos.

 



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