Ao trabalho, até à Festa

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Para muitos comunistas (e não só) que ano após ano participam na construção da Festa do Avante!, as jornadas de trabalho são a verdadeira festa. Aí, apesar do esforço despendido na execução das mais variadas tarefas – ou talvez mesmo por causa dele – sobressai como em poucos momentos o que de mais belo tem o ideal e o projecto comunistas: o trabalho colectivo, a generosidade, a abnegação, a acção comum por um mesmo objectivo.

Aos fins-de-semana (e sempre que for possível), toda a ajuda é bem-vinda na Quinta da Atalaia. O trabalho é mais que muito – da montagem de estruturas às pinturas, dos acabamentos às arrumações – mas vale a pena. Porque a Festa do Avante! deste ano será, seguramente, a melhor de todas.

 



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Arte e transformação social

A Festa não seria a Festa se não associasse às mais variadas expressões artísticas e culturais de reconhecida qualidade uma vontade imensa de denunciar as injustiças – primeiro e decisivo passo para transformar o mundo que as cria e eterniza. É isso que fará, uma vez mais, o Avanteatro ao longo de dois dias e meio de teatro, música, dança, poesia e cinema – como sempre à disposição do visitante da Festa, qualquer que seja a sua origem, profissão ou formação.

Uma vida dedicada ao teatro

O encenador Mário Barradas, desaparecido no final do ano passado, é o homenageado deste ano do Avanteatro. Trata-se de um justo reconhecimento por uma vida dedicada ao teatro e à democratização da cultura.