Novas orientações exige-se
O PCP reagiu, no dia 22, através de uma nota do Gabinete de Imprensa, à nomeação do novo Governador do Banco de Portugal. Publicamos, na íntegra, essa nota.
«A nomeação de Carlos Costa como Governador do Banco de Portugal surge num momento de profunda e grave crise económica e social, em que a credibilidade do Banco de Portugal está fortemente atingida pela ausência de uma intervenção consentânea com a defesa dos interesses nacionais.
«Tal como o PCP sucessivamente denunciou, a política do Banco de Portugal – em consonância com os diferentes governos – de inteira submissão aos interesses do grande capital, de subestimação da dimensão produtiva da economia portuguesa e de ataque aos salários e rendimentos dos trabalhadores e das camadas mais desfavorecidas, revelou-se contrária aos interesses nacionais e às condições de vida do nosso povo.
«Para o PCP, a nomeação de um novo Governador do Banco de Portugal deverá ser acompanhada de uma alteração das suas políticas que visem o reforço da sua credibilidade, a defesa dos interesses nacionais face às orientações e medidas do BCE – designadamente contra a desastrosa política de sobrevalorização do Euro – e um outro papel que defenda a dimensão produtiva da nossa economia, em detrimento da especulação e financeirização a que tem estado sujeita.»
«A nomeação de Carlos Costa como Governador do Banco de Portugal surge num momento de profunda e grave crise económica e social, em que a credibilidade do Banco de Portugal está fortemente atingida pela ausência de uma intervenção consentânea com a defesa dos interesses nacionais.
«Tal como o PCP sucessivamente denunciou, a política do Banco de Portugal – em consonância com os diferentes governos – de inteira submissão aos interesses do grande capital, de subestimação da dimensão produtiva da economia portuguesa e de ataque aos salários e rendimentos dos trabalhadores e das camadas mais desfavorecidas, revelou-se contrária aos interesses nacionais e às condições de vida do nosso povo.
«Para o PCP, a nomeação de um novo Governador do Banco de Portugal deverá ser acompanhada de uma alteração das suas políticas que visem o reforço da sua credibilidade, a defesa dos interesses nacionais face às orientações e medidas do BCE – designadamente contra a desastrosa política de sobrevalorização do Euro – e um outro papel que defenda a dimensão produtiva da nossa economia, em detrimento da especulação e financeirização a que tem estado sujeita.»