Mais 290 trabalhadores desempregados
Um dos maiores fabricantes mundiais de componentes para a indústria automóvel, a Lear Corporation anunciou, em Novembro de 2009, que iria proceder ao encerramento da fábrica, situada em Palmela, no início de 2010, alegadamente devido à falta de encomendas.
«Mais uma vez, o argumento da “falta de trabalho” e da “crise económica” serve de bitola para encerrar mais uma empresa, mandando para o desemprego cerca de 290 trabalhadores, grande parte deles jovens, contribuindo para o acentuar da destruição do aparelho produtivo na Península de Setúbal, uma das regiões mais fustigadas pelos elevados níveis de desemprego registados em Portugal», afirma em nota de imprensa, a JCP, recordando que «não existe falta de trabalho» naquela empresa. «A prova maior é que todos os trabalhadores estavam em actividade laboral quando foi anunciado a intenção de encerramento da empresa», informam os jovens comunistas.
A Administração da Lear Corporation preferiu pagar uma indemnização de dois mil euros a todos os trabalhadores, em vez de prosseguir com actividade laboral e de manter os postos de trabalho. O montante pago em indemnizações seria suficiente para assegurar a actividade da empresa, em Portugal.
«Mais uma vez, o Governo PS nada fez para evitar a deslocalização de mais uma empresa para fora do território nacional, pois este tem em vista a reabertura da Lear na Turquia onde existe mão-de-obra mais barata e mais facilmente explorável, factor determinante para uma maior acumulação de capital por parte da empresa em questão», acusa no documento, difundido esta segunda-feira, a JCP, organização revolucionária da juventude portuguesa, condenando «mais este encerramento fraudulento».
Os jovens comunistas manifestaram, entretanto, a sua solidariedade para com os trabalhadores da Lear, apelando a que estes «continuem a justa luta pelo acesso ao trabalho com direitos, por justos salários, pelo direito à contratação colectiva, contra a precariedade e contra níveis de desemprego».
«Mais uma vez, o argumento da “falta de trabalho” e da “crise económica” serve de bitola para encerrar mais uma empresa, mandando para o desemprego cerca de 290 trabalhadores, grande parte deles jovens, contribuindo para o acentuar da destruição do aparelho produtivo na Península de Setúbal, uma das regiões mais fustigadas pelos elevados níveis de desemprego registados em Portugal», afirma em nota de imprensa, a JCP, recordando que «não existe falta de trabalho» naquela empresa. «A prova maior é que todos os trabalhadores estavam em actividade laboral quando foi anunciado a intenção de encerramento da empresa», informam os jovens comunistas.
A Administração da Lear Corporation preferiu pagar uma indemnização de dois mil euros a todos os trabalhadores, em vez de prosseguir com actividade laboral e de manter os postos de trabalho. O montante pago em indemnizações seria suficiente para assegurar a actividade da empresa, em Portugal.
«Mais uma vez, o Governo PS nada fez para evitar a deslocalização de mais uma empresa para fora do território nacional, pois este tem em vista a reabertura da Lear na Turquia onde existe mão-de-obra mais barata e mais facilmente explorável, factor determinante para uma maior acumulação de capital por parte da empresa em questão», acusa no documento, difundido esta segunda-feira, a JCP, organização revolucionária da juventude portuguesa, condenando «mais este encerramento fraudulento».
Os jovens comunistas manifestaram, entretanto, a sua solidariedade para com os trabalhadores da Lear, apelando a que estes «continuem a justa luta pelo acesso ao trabalho com direitos, por justos salários, pelo direito à contratação colectiva, contra a precariedade e contra níveis de desemprego».