Ataque à liberdade de propaganda
No dia 12 de Março, a JCP da Covilhã levou avante a pintura de um mural na Universidade da Beira Interior (UBI), inserido na campanha de «100 murais até Maio», com o lema «Fim da propina, com a luta da juventude construir o futuro».
Três dias depois, o mural político foi coberto. «A JCP entende isto como mais um ataque à liberdade de propaganda e a um direito», acusam, em nota de imprensa, os jovens comunistas, que aproveitaram o momento para denunciar a «falta de aquecimento, principalmente depois das 18 horas, em algumas salas» da universidade, a «falta de luz eléctrica nos corredores», a «chuva que cai dentro dos corredores», a «falta de máquinas de filmar para o curso de cinema» e a «falta de um campo de rugby para a equipa da UBI».
Três dias depois, o mural político foi coberto. «A JCP entende isto como mais um ataque à liberdade de propaganda e a um direito», acusam, em nota de imprensa, os jovens comunistas, que aproveitaram o momento para denunciar a «falta de aquecimento, principalmente depois das 18 horas, em algumas salas» da universidade, a «falta de luz eléctrica nos corredores», a «chuva que cai dentro dos corredores», a «falta de máquinas de filmar para o curso de cinema» e a «falta de um campo de rugby para a equipa da UBI».