Estudantes contestam política do Governo
Comemorou-se, ontem, o Dia do Estudante, uma homenagem a todos aqueles que lutaram pela democracia, na sequência da crise académica de 1962. Um data que os estudantes do ensino secundário e superior aproveitaram para manifestar o seu protesto, um pouco por todo o País, contra a política educativa do Governo PS.
Em Lisboa, por exemplo, os estudantes do ensino básico manifestaram-se à porta do Ministério da Educação, onde realizaram um «protesto teatral» simbolizando a falta de possibilidade de participação democrática nas escolas.
Foi ainda apresentado um abaixo-assinado, promovido pela Associação de Estudantes da Escola Profissional de Ciências Geográficas, sobre as questões que afectam o ensino profissional. «O Governo tem assumido uma postura de desresponsabilização, que se reflecte no pequeno número de escolas profissionais públicas, sobretudo se comparadas com as privadas, colocando este subsistema de ensino na mão de privados que desrespeitam o ensino público, gratuito, democrático e de qualidade», lê-se no documento.
Também os estudantes do superior manifestaram-se em Lisboa. Respondendo ao apelo da Associação de Estudantes da Escola de Artes e Design das Caldas da Rainha, os alunos da Universidade de Aveiro trouxeram consigo grandes exigências: «Mais financiamento e responsabilização do Governo por este nível de ensino». «A nossa participação nesta acção de luta nacional serve também para denunciarmos os problemas que também nós sentimos, desde a falta de salas de estudo, a insuficiente resposta nas cantinas, os atrasos no pagamento e atribuição de bolsas, bem como a não abrangência de muitos estudantes pela acção social escolar», lê-se numa nota de imprensa que dá conta da sua participação no protesto de Lisboa.
Os estudantes do Instituto Superior da Ciência do Trabalho e da Empresa garantiram, de igual forma, a sua presença na manifestação (que o Avante! vai dar especial destaque na próxima semana), onde se reclamou, por exemplo, o fim do Processo de Bolonha e das propinas.
Em Lisboa, por exemplo, os estudantes do ensino básico manifestaram-se à porta do Ministério da Educação, onde realizaram um «protesto teatral» simbolizando a falta de possibilidade de participação democrática nas escolas.
Foi ainda apresentado um abaixo-assinado, promovido pela Associação de Estudantes da Escola Profissional de Ciências Geográficas, sobre as questões que afectam o ensino profissional. «O Governo tem assumido uma postura de desresponsabilização, que se reflecte no pequeno número de escolas profissionais públicas, sobretudo se comparadas com as privadas, colocando este subsistema de ensino na mão de privados que desrespeitam o ensino público, gratuito, democrático e de qualidade», lê-se no documento.
Também os estudantes do superior manifestaram-se em Lisboa. Respondendo ao apelo da Associação de Estudantes da Escola de Artes e Design das Caldas da Rainha, os alunos da Universidade de Aveiro trouxeram consigo grandes exigências: «Mais financiamento e responsabilização do Governo por este nível de ensino». «A nossa participação nesta acção de luta nacional serve também para denunciarmos os problemas que também nós sentimos, desde a falta de salas de estudo, a insuficiente resposta nas cantinas, os atrasos no pagamento e atribuição de bolsas, bem como a não abrangência de muitos estudantes pela acção social escolar», lê-se numa nota de imprensa que dá conta da sua participação no protesto de Lisboa.
Os estudantes do Instituto Superior da Ciência do Trabalho e da Empresa garantiram, de igual forma, a sua presença na manifestação (que o Avante! vai dar especial destaque na próxima semana), onde se reclamou, por exemplo, o fim do Processo de Bolonha e das propinas.