Negócio das armas cresceu 22 por cento
O negócio da compra e venda de armamento cresceu 22 por cento nos últimos cinco anos, revela o Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo. Entre os maiores compradores estão vários países ditos em vias de desenvolvimento ou emergentes, e alguns considerados pobres, mas entre os fornecedores que dominam o mercado só se encontram as principais potências capitalistas.
Armamento sofisticado, aviões, submarinos, carros de combate, mísseis e artilharia pesada foram fornecidos pelos EUA, Rússia, Alemanha, França e Reino Unido. Os dois primeiros são responsáveis por 30 e 24 por cento do total da venda de armas ao nível mundial.
O equipamento mais procurado entre 2005 e 2009 foram os caça-bombardeiros, que acumulam 27 por cento do valor global das vendas. Os Emirados Árabes Unidos compraram 72, Israel 52, Coreia do Sul 40, e a Índia 80.
Ao nível regional, acrescenta o documento, não se registaram grandes alterações ao quadro resultante dos negócios estabelecidos entre 2000 e 2005. A Ásia foi a região que mais armamento adquiriu, 41 por cento, seguida da Europa, 24 por cento, do Médio Oriente, 17 por cento, do continente americano, 11 por cento, e da África, 7 por cento.
Armamento sofisticado, aviões, submarinos, carros de combate, mísseis e artilharia pesada foram fornecidos pelos EUA, Rússia, Alemanha, França e Reino Unido. Os dois primeiros são responsáveis por 30 e 24 por cento do total da venda de armas ao nível mundial.
O equipamento mais procurado entre 2005 e 2009 foram os caça-bombardeiros, que acumulam 27 por cento do valor global das vendas. Os Emirados Árabes Unidos compraram 72, Israel 52, Coreia do Sul 40, e a Índia 80.
Ao nível regional, acrescenta o documento, não se registaram grandes alterações ao quadro resultante dos negócios estabelecidos entre 2000 e 2005. A Ásia foi a região que mais armamento adquiriu, 41 por cento, seguida da Europa, 24 por cento, do Médio Oriente, 17 por cento, do continente americano, 11 por cento, e da África, 7 por cento.