Uma luta com cem anos
A propósito do Dia Internacional da Mulher, que se comemorou segunda-feira, dia 8 de Março, a Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos (MURPI), como representante de todos os idosos, valorizou as conquistas alcançadas com o 25 de Abril, que tornou possível a «concretização de muitas das aspirações das mulheres». «As mulheres idosas, mais do que quaisquer outras, sabem dar o valor às suas conquistas, sabem bem como foram as lutas, os sacrifícios, como a esperança inundou as suas vidas nesse dia», salienta, em nota de imprensa, a confederação, lamentando o facto de hoje a sociedade portuguesa apresentar «maiores desigualdades entre ricos e pobres, em que os idosos têm reformas de miséria após longos anos de trabalho».
Também a Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes (CNOD) saudou o centenário da proclamação do Dia Internacional da Mulher, assim como «todas as mulheres pela sua luta heróica ao longo dos anos contra a discriminação, pela promoção da igualdade de direitos em todas as esferas da vida». «As mulheres com deficiência estão excluídas do exercício de direitos e são discriminadas no acesso em condições de igualdade, pela falta de acessibilidades, maiores gastos com a saúde, maior dificuldades no acesso ao ensino e à saúde, ao emprego, à habitação, aos transportes», acusa a CNOD.
Segunda-feira, no Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo valorizou a actualidade da luta das mulheres pela igualdade na lei e na vida. «É tempo de os responsáveis das políticas comunitárias e nacionais alterarem políticas para garantir o direito ao emprego seguro, ao direito de ser mãe e trabalhadora, sem penalizações, à participação das mulheres em todos os sectores de actividade, ao direito a viver a velhice em dignidade, à igualdade no progresso social», defendeu a deputada comunista.
Também a Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes (CNOD) saudou o centenário da proclamação do Dia Internacional da Mulher, assim como «todas as mulheres pela sua luta heróica ao longo dos anos contra a discriminação, pela promoção da igualdade de direitos em todas as esferas da vida». «As mulheres com deficiência estão excluídas do exercício de direitos e são discriminadas no acesso em condições de igualdade, pela falta de acessibilidades, maiores gastos com a saúde, maior dificuldades no acesso ao ensino e à saúde, ao emprego, à habitação, aos transportes», acusa a CNOD.
Segunda-feira, no Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo valorizou a actualidade da luta das mulheres pela igualdade na lei e na vida. «É tempo de os responsáveis das políticas comunitárias e nacionais alterarem políticas para garantir o direito ao emprego seguro, ao direito de ser mãe e trabalhadora, sem penalizações, à participação das mulheres em todos os sectores de actividade, ao direito a viver a velhice em dignidade, à igualdade no progresso social», defendeu a deputada comunista.