Ataque à democracia
A Delegação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior e Básico (DNAEESB) lamentou, na passada semana, o tratamento dado por alguns órgãos de comunicação social à luta dos estudantes do dia 4 de Fevereiro, que levou às ruas mais de 30 mil estudantes.
«Quem está nas escolas e quem passou pelos mais de 80 concelhos abrangidos por acções de luta deu certamente por isso», recorda, em nota de imprensa, a DNAEESB, lamentando o «silenciamento da expressão de massas» e o «desrespeito dos estudantes e o inqualificável questionamento feito quanto aos números pela DNAEESB lançados».
A Delegação Nacional das Associações de Estudantes informou ainda que, ao contrário da «ideia por vezes difundida», o «direito à manifestação está consagrado na Constituição da República Portuguesa, no artigo 45.º e não prevê qualquer autorização». «Esperamos que no futuro os órgãos de comunicação social relatem os factos com rigor e exactidão e os interpretem com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. Esperamos que a distinção entre notícia e opinião fique bem clara aos olhos do público», afirma ainda no documento enviada às redacções.
Distritos - Estudantes em protesto
Açores - 3500
Algarve - 600
Aveiro - 1800
Beja - 250
Braga - 2100
Bragança - 600
Coimbra - 1500
Évora - 2000
Guarda - 1000
Leiria - 200
Lisboa - 1000
Porto - 4500
Santarém - 500
Setúbal - 5600
V. Castelo - 350
Viseu - 4500
Total - 30 000
«Quem está nas escolas e quem passou pelos mais de 80 concelhos abrangidos por acções de luta deu certamente por isso», recorda, em nota de imprensa, a DNAEESB, lamentando o «silenciamento da expressão de massas» e o «desrespeito dos estudantes e o inqualificável questionamento feito quanto aos números pela DNAEESB lançados».
A Delegação Nacional das Associações de Estudantes informou ainda que, ao contrário da «ideia por vezes difundida», o «direito à manifestação está consagrado na Constituição da República Portuguesa, no artigo 45.º e não prevê qualquer autorização». «Esperamos que no futuro os órgãos de comunicação social relatem os factos com rigor e exactidão e os interpretem com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. Esperamos que a distinção entre notícia e opinião fique bem clara aos olhos do público», afirma ainda no documento enviada às redacções.
Distritos - Estudantes em protesto
Açores - 3500
Algarve - 600
Aveiro - 1800
Beja - 250
Braga - 2100
Bragança - 600
Coimbra - 1500
Évora - 2000
Guarda - 1000
Leiria - 200
Lisboa - 1000
Porto - 4500
Santarém - 500
Setúbal - 5600
V. Castelo - 350
Viseu - 4500
Total - 30 000