Espanha sobe idade da reforma
O governo espanhol aprovou, dia 29, uma proposta de reforma da Segurança Social que prevê ao aumento da idade da reforma dos 65 para os 67 anos.
Como pretexto, o executivo «socialista» baseia-se num estudo alarmante do Instituto Nacional de Estatísticas, convenientemente publicado na mesma semana, segundo o qual em 2049 o país terá nove reformados por cada dez activos, representando a camada etária entre os 16 e os 64 anos, nessa altura, apenas 52,7 por cento da população.
Porém, a adopção desta medida, que penalizará a generalidade dos trabalhadores, visa sobretudo aliviar o orçamento de Estado que, desde que a crise rebentou, tem sido sangrado com sucessivos apoios à banca e aos monopólios industriais.
Em simultâneo, Madrid anunciou um pacote de austeridade a aplicar nos próximos três anos, mediante o qual pretende poupar 50 mil milhões de euros até 2013, para reduzir o défice público até ao limite dos três por cento fixados pelo Pacto de Estabilidade.
Segundo o ministério da Economia, as contas públicas registaram um défice de 11,4 por cento no ano passado. O desemprego continua a subir, tendo registado um aumento de 124 890 em Janeiro, de acordo com dados divulgados na segunda-feira, 1. O número total de inscritos nos centros de emprego ultrapassa agora a barreira dos quatro milhões (4 048 493), numa população de 46 milhões de habitantes.
Dados mais completos revelados, dia 29, pelo instituto espanhol de estatísticas indicam que 1,1 milhão de pessoas perderam os seus empregos no último ano, o maior aumento em toda a história. No Verão de 2007, a taxa de desemprego situava-se em 7,95 por cento.
Como pretexto, o executivo «socialista» baseia-se num estudo alarmante do Instituto Nacional de Estatísticas, convenientemente publicado na mesma semana, segundo o qual em 2049 o país terá nove reformados por cada dez activos, representando a camada etária entre os 16 e os 64 anos, nessa altura, apenas 52,7 por cento da população.
Porém, a adopção desta medida, que penalizará a generalidade dos trabalhadores, visa sobretudo aliviar o orçamento de Estado que, desde que a crise rebentou, tem sido sangrado com sucessivos apoios à banca e aos monopólios industriais.
Em simultâneo, Madrid anunciou um pacote de austeridade a aplicar nos próximos três anos, mediante o qual pretende poupar 50 mil milhões de euros até 2013, para reduzir o défice público até ao limite dos três por cento fixados pelo Pacto de Estabilidade.
Segundo o ministério da Economia, as contas públicas registaram um défice de 11,4 por cento no ano passado. O desemprego continua a subir, tendo registado um aumento de 124 890 em Janeiro, de acordo com dados divulgados na segunda-feira, 1. O número total de inscritos nos centros de emprego ultrapassa agora a barreira dos quatro milhões (4 048 493), numa população de 46 milhões de habitantes.
Dados mais completos revelados, dia 29, pelo instituto espanhol de estatísticas indicam que 1,1 milhão de pessoas perderam os seus empregos no último ano, o maior aumento em toda a história. No Verão de 2007, a taxa de desemprego situava-se em 7,95 por cento.