De quem é a responsabilidade?
A população de Évora ficou durante alguns dias, na passada semana, sem água nas suas torneiras. Perante esta situação multiplicaram-se as explicações, «com acento tónico naquelas que atribuem aos elementos e aos caprichos meteorológicos a responsabilidade pela falta de qualidade da água que levou à interrupção do seu fornecimento».
«Estranhamos as explicações que atribuem esse corte à existência de alumínio na água da albufeira da barragem do Monte Novo, porquanto se sabe que esse elemento químico só surge em quantidades apreciáveis na fase de tratamento. Assim sendo parece-nos mais convincente que a explicação para esta situação se encontre na incapacidade do actual sistema de tratamento de água para resolver um problema previsível e recorrente», referem, em nota de imprensa, os vereadores da CDU na Câmara de Évora.
Para os eleitos comunistas «esta situação terá que ser partilhada pelas Águas do Centro Alentejano, que revelou incapacidade de garantir de forma contínua o fornecimento de água à população e pela maioria PS no município, que em 2004 decidiu entregar a exploração da distribuição em alta àquela empresa, com os conhecidos agravamentos de preços para os consumidores» e «obrigou ao abandono do sistema suportado pelo aqueduto (águas subterrâneas), que funcionava como complemento ao abastecimento regular».
«Estranhamos as explicações que atribuem esse corte à existência de alumínio na água da albufeira da barragem do Monte Novo, porquanto se sabe que esse elemento químico só surge em quantidades apreciáveis na fase de tratamento. Assim sendo parece-nos mais convincente que a explicação para esta situação se encontre na incapacidade do actual sistema de tratamento de água para resolver um problema previsível e recorrente», referem, em nota de imprensa, os vereadores da CDU na Câmara de Évora.
Para os eleitos comunistas «esta situação terá que ser partilhada pelas Águas do Centro Alentejano, que revelou incapacidade de garantir de forma contínua o fornecimento de água à população e pela maioria PS no município, que em 2004 decidiu entregar a exploração da distribuição em alta àquela empresa, com os conhecidos agravamentos de preços para os consumidores» e «obrigou ao abandono do sistema suportado pelo aqueduto (águas subterrâneas), que funcionava como complemento ao abastecimento regular».