Desemprego a crescer
A taxa de desemprego em Portugal, segundo a Eurostat, atingiu, em Novembro, os 10,3 por cento, ultrapassando a média da União Europeia (UE). Dados que evidenciam a urgência de uma política que combata o desemprego e a precaridade e demonstram a ineficácia das medidas do Governo.
Mais de 300 mil não têm subsídio de desemprego
«A precariedade continua a ser uma das responsáveis pelo aumento do desemprego, originando que em Portugal um em cada cinco jovens até 25 anos esteja desempregado», alerta, em comunicado, a CGTP-IN, frisando que «o modelo de desenvolvimento assente na precariedade, no trabalho desqualificado e mal remunerado precisa de ser abandonado, sob pena de levar ao agravamento das desigualdades e injustiças sociais».
De igual forma, as mulheres continuam a ser as mais atingidas, sendo Portugal o quarto país com maior taxa de desemprego (11 por cento) da UE (9,2 por cento). «Estes dados confirmam que o desemprego continua a aumentar, apesar da limpeza de ficheiros feita todos os meses pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional com o objectivo de esconder a verdadeira dimensão deste flagelo em Portugal e desmentem as teses do Governo de que o mesmo havia entrado numa fase de estagnação», acusa a Intersindical, que exige «uma outra política» que assegure e reforce a protecção social aos desempregados, «num momento em que mais de 300 mil não têm subsídio de desemprego».
Também os comunistas estão preocupados com um dos maiores problemas da sociedade portuguesa. Em declarações à Lusa, Jorge Machado, deputado do PCP na Assembleia da República, lembrou que existem actualmente em Portugal, cerca de 700 mil pessoas sem emprego e que o Governo apenas «se tem preocupado com a sua própria vitimização», em vez de tomar medidas para combater o aumento do desemprego.
Neste sentido, defendeu o deputado, o Orçamento do Estado para 2010 deveria privilegiar medidas destinadas a contrariar o desemprego e promover o crescimento económico do País.
De igual forma, as mulheres continuam a ser as mais atingidas, sendo Portugal o quarto país com maior taxa de desemprego (11 por cento) da UE (9,2 por cento). «Estes dados confirmam que o desemprego continua a aumentar, apesar da limpeza de ficheiros feita todos os meses pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional com o objectivo de esconder a verdadeira dimensão deste flagelo em Portugal e desmentem as teses do Governo de que o mesmo havia entrado numa fase de estagnação», acusa a Intersindical, que exige «uma outra política» que assegure e reforce a protecção social aos desempregados, «num momento em que mais de 300 mil não têm subsídio de desemprego».
Também os comunistas estão preocupados com um dos maiores problemas da sociedade portuguesa. Em declarações à Lusa, Jorge Machado, deputado do PCP na Assembleia da República, lembrou que existem actualmente em Portugal, cerca de 700 mil pessoas sem emprego e que o Governo apenas «se tem preocupado com a sua própria vitimização», em vez de tomar medidas para combater o aumento do desemprego.
Neste sentido, defendeu o deputado, o Orçamento do Estado para 2010 deveria privilegiar medidas destinadas a contrariar o desemprego e promover o crescimento económico do País.