Situação social degrada-se
O Sector de Empresas de Vila Franca de Xira do PCP, no seu Boletim de Dezembro, alerta a população para a situação social do concelho e os ataques diariamente desferidos contra os trabalhadores.
É o caso da OGMA, onde a administração está desde Maio a coagir dezenas de trabalhadores para rescindirem os seus contratos, tendo no princípio de Outubro entregado uma carta a estes trabalhadores onde se diz que «o seu posto de trabalho foi extinto» e que ficam dispensados de comparecer ao serviço até nova ordem. Isto apesar dos 5,5 milhões de euros de lucros da empresa em 2008, escandalizam-se os comunistas.
É pois cada vez mais importante, diz o PCP, que o Estado português – detentor de 35 por cento do capital da empresa – deixe de olhar para o lado como tem feito e «assuma as suas responsabilidades em relação a esta empresa estratégica para o País e de importância vital no aparelho industrial do concelho de Vila Franca de Xira».
Já na Pifertubos, em Alverca, nos últimos anos, os direitos dos trabalhadores têm vindo a sofrer violações sistemáticas, desde interpretações abusivas do Código do Trabalho em proveito do patronato até à tentativa de pôr os trabalhadores a optar entre ir embora sem os seus direitos cumpridos ou ficar, correndo o risco de não virem a ser remunerados devidamente.
Por sua vez, na Cimianto, com a produção parada há 7 meses, vai-se agora para uma Assembleia de Credores, existindo preocupações quanto à situação que se vive na empresa e à passividade do Governo. E na Cimpor, ao mesmo tempo que se contrata novos trabalhadores a título precário sem quaisquer direitos, contacta-se trabalhadores efectivos para rescindirem contratos.
Até na Junta de Freguesia de Alverca do Ribatejo, de maioria PS, os trabalhadores esperam há três anos por novo fardamento e por balneários em condições, já que os que existem nem para a chuva servem de protecção.
É o caso da OGMA, onde a administração está desde Maio a coagir dezenas de trabalhadores para rescindirem os seus contratos, tendo no princípio de Outubro entregado uma carta a estes trabalhadores onde se diz que «o seu posto de trabalho foi extinto» e que ficam dispensados de comparecer ao serviço até nova ordem. Isto apesar dos 5,5 milhões de euros de lucros da empresa em 2008, escandalizam-se os comunistas.
É pois cada vez mais importante, diz o PCP, que o Estado português – detentor de 35 por cento do capital da empresa – deixe de olhar para o lado como tem feito e «assuma as suas responsabilidades em relação a esta empresa estratégica para o País e de importância vital no aparelho industrial do concelho de Vila Franca de Xira».
Já na Pifertubos, em Alverca, nos últimos anos, os direitos dos trabalhadores têm vindo a sofrer violações sistemáticas, desde interpretações abusivas do Código do Trabalho em proveito do patronato até à tentativa de pôr os trabalhadores a optar entre ir embora sem os seus direitos cumpridos ou ficar, correndo o risco de não virem a ser remunerados devidamente.
Por sua vez, na Cimianto, com a produção parada há 7 meses, vai-se agora para uma Assembleia de Credores, existindo preocupações quanto à situação que se vive na empresa e à passividade do Governo. E na Cimpor, ao mesmo tempo que se contrata novos trabalhadores a título precário sem quaisquer direitos, contacta-se trabalhadores efectivos para rescindirem contratos.
Até na Junta de Freguesia de Alverca do Ribatejo, de maioria PS, os trabalhadores esperam há três anos por novo fardamento e por balneários em condições, já que os que existem nem para a chuva servem de protecção.