CDU assume compromisso de luta
Depois de já estarem instalados os órgãos autárquicos, para a CDU chegou o momento de apresentar as suas principais linhas de intervenção para o mandato que agora se iniciou.
Obter do Governo mais e melhor investimento público
Depois de ter obtido, nas eleições para o Parlamento Europeu e para a Assembleia da República, aumentos significativos da sua votação, a CDU perdeu votos e eleitos nas autarquias e não atingiu os seus objectivos eleitorais, tendo recebido 9398 votos para a Câmara, 10 890 para a Assembleia Municipal (AM) e 10 752 para as assembleias de freguesia. A Coligação Democrática elegeu dois deputados na AM, um deputado em cada uma das freguesias de Arcozelo, Avintes, Canidelo, Mafamude, Oliveira do Douro, Santa Marinha e Vilar de Andorinho, e dois deputados em Valadares, onde aconteceu um acordo de gestão com o partido vencedor, o PS, ficando dois eleitos da CDU a integrar o executivo.
«Esta diminuição de votos autárquicos, que atingiu também as outras forças políticas de oposição, é injusta, depois de um mandato de intenso trabalho, em que foram visitadas todas as freguesias, representando legítimos interesses e aspirações de muitos milhares de gaienses», acentuou, em conferência de imprensa, a CDU, que esteve «na primeira linha da luta contra flagrantes injustiças, como as “taxas de rampas”, contribuindo para a sua extinção, em que foram apresentados centenas de requerimentos e propostas na Câmara e nas Assembleia Municipal e de Freguesia, entre muitas outras intervenções».
No decurso da iniciativa com os jornalistas, foi ainda dirigida uma «palavra de reconhecimento» à vereadora Ilda Figueiredo pelo «extraordinário contributo que deu, ao longo de todo o mandato, para o progresso e a justiça social, pelo trabalho, literalmente incansável, que realizou para obter respostas e soluções para muitos problemas que afectavam as populações em cada uma das freguesias, pela atenção que devotou aos mais fracos e indefesos, pela combatividade que revelou na defesa do emprego com direitos, num labor que, sendo coerente com o seu ideário, qualificou e dignificou a política como uma nobre actividade humana».
Propostas para o futuro
Para o futuro, a CDU promete cumprir «os compromissos que assumimos perante o eleitorado» e estar atenta «ao cumprimento das promessas feitas pela maioria, designadamente as que estão contidas nos mais de 50 protocolos assinados em vésperas as eleições».
Com menos representação do que no mandato anterior, «mas com a mesma firme vontade política», os eleitos do PCP pretendem, nos próximos quatro anos, prosseguir a luta por «uma gestão municipal que dê melhor resposta às carências sociais, considerando o aumento da pobreza e do desemprego», «um urbanismo equilibrado e harmonioso, combatendo a especulação imobiliária», «uma gestão mais racional dos recursos, reduzindo as empresas e agências municipais, e uma política de taxas e tarifas que promova a justiça social» e por «medidas de apoio às urbanizações municipais de modo a evitar que se tornem pólos de exclusão social».
A CDU quer ainda «uma política mais activa e participada de dinamização cultural, desportiva e ambiental, e de apoio ao associativismo», «uma intervenção mais eficaz na defesa do emprego com direitos, no investimento voltado para a economia produtiva, no apoio ao comércio tradicional» e pelo «empenho do município em obter do Governo mais e melhor investimento público na rede de cuidados primários de saúde, nos equipamentos escolares, na requalificação urbana, no policiamento de proximidade, e numa intervenção mais decidida na ampliação e melhoria da rede de transportes públicos».
Entretanto, na sua primeira reunião de trabalho, a Coligação Democrática aprovou um programa de trabalho para o presente mandato, que inclui visitas regulares a todas as freguesias e reuniões com um vasto conjunto de entidades sobre questões relativas ao desenvolvimento do concelho, entre outras acções.
Sobre o início dos trabalhos da Assembleia Municipal, a CDU lamentou, entre outras, a rejeição, pela maioria PSD/CDS-PP, da «participação dos partidos políticos de oposição nos órgãos municipais no Conselho Económico e Social» e de uma proposta, dos eleitos do PCP, «contra a introdução de portagens nas SCUT’s, alterando a posição que tomara no anterior mandato».
«Esta diminuição de votos autárquicos, que atingiu também as outras forças políticas de oposição, é injusta, depois de um mandato de intenso trabalho, em que foram visitadas todas as freguesias, representando legítimos interesses e aspirações de muitos milhares de gaienses», acentuou, em conferência de imprensa, a CDU, que esteve «na primeira linha da luta contra flagrantes injustiças, como as “taxas de rampas”, contribuindo para a sua extinção, em que foram apresentados centenas de requerimentos e propostas na Câmara e nas Assembleia Municipal e de Freguesia, entre muitas outras intervenções».
No decurso da iniciativa com os jornalistas, foi ainda dirigida uma «palavra de reconhecimento» à vereadora Ilda Figueiredo pelo «extraordinário contributo que deu, ao longo de todo o mandato, para o progresso e a justiça social, pelo trabalho, literalmente incansável, que realizou para obter respostas e soluções para muitos problemas que afectavam as populações em cada uma das freguesias, pela atenção que devotou aos mais fracos e indefesos, pela combatividade que revelou na defesa do emprego com direitos, num labor que, sendo coerente com o seu ideário, qualificou e dignificou a política como uma nobre actividade humana».
Propostas para o futuro
Para o futuro, a CDU promete cumprir «os compromissos que assumimos perante o eleitorado» e estar atenta «ao cumprimento das promessas feitas pela maioria, designadamente as que estão contidas nos mais de 50 protocolos assinados em vésperas as eleições».
Com menos representação do que no mandato anterior, «mas com a mesma firme vontade política», os eleitos do PCP pretendem, nos próximos quatro anos, prosseguir a luta por «uma gestão municipal que dê melhor resposta às carências sociais, considerando o aumento da pobreza e do desemprego», «um urbanismo equilibrado e harmonioso, combatendo a especulação imobiliária», «uma gestão mais racional dos recursos, reduzindo as empresas e agências municipais, e uma política de taxas e tarifas que promova a justiça social» e por «medidas de apoio às urbanizações municipais de modo a evitar que se tornem pólos de exclusão social».
A CDU quer ainda «uma política mais activa e participada de dinamização cultural, desportiva e ambiental, e de apoio ao associativismo», «uma intervenção mais eficaz na defesa do emprego com direitos, no investimento voltado para a economia produtiva, no apoio ao comércio tradicional» e pelo «empenho do município em obter do Governo mais e melhor investimento público na rede de cuidados primários de saúde, nos equipamentos escolares, na requalificação urbana, no policiamento de proximidade, e numa intervenção mais decidida na ampliação e melhoria da rede de transportes públicos».
Entretanto, na sua primeira reunião de trabalho, a Coligação Democrática aprovou um programa de trabalho para o presente mandato, que inclui visitas regulares a todas as freguesias e reuniões com um vasto conjunto de entidades sobre questões relativas ao desenvolvimento do concelho, entre outras acções.
Sobre o início dos trabalhos da Assembleia Municipal, a CDU lamentou, entre outras, a rejeição, pela maioria PSD/CDS-PP, da «participação dos partidos políticos de oposição nos órgãos municipais no Conselho Económico e Social» e de uma proposta, dos eleitos do PCP, «contra a introdução de portagens nas SCUT’s, alterando a posição que tomara no anterior mandato».