PCP exige suspensão de acordo UE-Israel
A deputada do PCP no Parlamento Europeu exigiu na passada semana que a União Europeia tome iniciativas e medidas práticas em relação ao médio oriente, exigindo designadamente a suspensão do «Acordo de Associação Euro-mediterrânico entre a UE e Israel. Ilda Figueiredo apresentou esta proposta durante o debate sobre o médio oriente e reafirmou-a numa pergunta dirigida à comissão.
Em ambas as ocasiões, a deputada recorda a visita que recentemente efectuou à Palestina, onde pode constatar que «o Governo de Israel, apesar das críticas e dos protestos, prossegue a construção de colonatos e do muro da vergonha, a ocupação militar, a destruição de infra-estruturas, habitações e outros equipamentos, os assassinatos selectivos, a manutenção nas prisões israelitas de mais de sete mil prisioneiros palestinianos, dos quais cerca de 340 crianças, a constante violação dos mais elementares direitos, atacando a Síria e praticando um autêntico terrorismo de Estado».
Perante esta situação, Ilda Figueiredo sublinha que «é com frustração e indignação que se ouvem as declarações dos responsáveis europeus a exigir o respeito pela legalidade. Como se pode exigir que o presidente Arafat e o governo da Palestina tomem medidas contra actos terroristas se Israel ocupa militarmente a Palestina?».
Neste contexto, a deputada sublinha a necessidade de suspender os acordos com Israel, recordando uma resolução nesse sentido aprovada pelo Parlamento Europeu em 10 de Abril de 2002, e defende que «a Comissão e o Conselho tomem uma iniciativa no âmbito da ONU, que exija o cumprimento das deliberações das Nações Unidas, reconheça o direito à dignidade dos palestinianos e ao seu Estado independente, envie observadores internacionais e uma força de interposição e de paz».
Em ambas as ocasiões, a deputada recorda a visita que recentemente efectuou à Palestina, onde pode constatar que «o Governo de Israel, apesar das críticas e dos protestos, prossegue a construção de colonatos e do muro da vergonha, a ocupação militar, a destruição de infra-estruturas, habitações e outros equipamentos, os assassinatos selectivos, a manutenção nas prisões israelitas de mais de sete mil prisioneiros palestinianos, dos quais cerca de 340 crianças, a constante violação dos mais elementares direitos, atacando a Síria e praticando um autêntico terrorismo de Estado».
Perante esta situação, Ilda Figueiredo sublinha que «é com frustração e indignação que se ouvem as declarações dos responsáveis europeus a exigir o respeito pela legalidade. Como se pode exigir que o presidente Arafat e o governo da Palestina tomem medidas contra actos terroristas se Israel ocupa militarmente a Palestina?».
Neste contexto, a deputada sublinha a necessidade de suspender os acordos com Israel, recordando uma resolução nesse sentido aprovada pelo Parlamento Europeu em 10 de Abril de 2002, e defende que «a Comissão e o Conselho tomem uma iniciativa no âmbito da ONU, que exija o cumprimento das deliberações das Nações Unidas, reconheça o direito à dignidade dos palestinianos e ao seu Estado independente, envie observadores internacionais e uma força de interposição e de paz».