Quinze aprovam ajuda
A União Europeia aprovou, na segunda-feira, 13, o adiantamento de 200 milhões de euros do Orçamento comunitário para a reconstrução do Iraque, sem que os estados-membros - à excepção do Reino Unido - tenham quantificado as suas contribuições individuais.
A 10 dias da conferência de doadores para a reconstrução do Iraque, que decorrerá a 23 e 24 de Outubro, em Madrid, apenas Londres se comprometeu com um valor para a sua contribuição: «pelo menos 375 milhões de euros», especificou o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Jack Straw.
Por seu lado, o chefe da diplomacia francesa, Dominique de Villepin, explicou que o contributo de Paris passará pela «cooperação no domínio da formação da polícia e do exército».
O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Franco Frattini - cujo país preside até ao final de Dezembro à UE -, recusou também pronunciar-se sobre a contribuição de Roma, lembrando que a Itália enviou já «três mil homens» para o terreno.
Os 200 milhões de euros aprovados destinam-se a um período de 14 meses, com início em Novembro, e acrescem aos 730 milhões disponibilizados para ajuda humanitária pelos Quinze desde o fim da guerra.
O Banco Mundial calcula que sejam precisos 55 mil milhões de dólares (47 mil milhões de euros) para financiar a reconstrução do Iraque até ao final de 2007.
O exército iraquiano e o reinício da produção e exportação de petróleo custarão 19 mil milhões de dólares (16,2 mil milhões de euros).
Devolver a soberania
Os ministros dos Estrangeiros sublinharam ainda a necessidade de avançar na devolução da soberaniza ao povo do Iraque e no restabelecimento da segurança no país.
Segundo afirmou o alto representante da Política Externa e de Segurança Comum, Javier Solana, «é bom que haja uma transferência de soberania e que quanto antes haja uma situação mais estável do ponto de vista de segurança». Assim, explica, «será mais fácil de obter compromissos económicos de diferentes países e organizações.
A 10 dias da conferência de doadores para a reconstrução do Iraque, que decorrerá a 23 e 24 de Outubro, em Madrid, apenas Londres se comprometeu com um valor para a sua contribuição: «pelo menos 375 milhões de euros», especificou o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Jack Straw.
Por seu lado, o chefe da diplomacia francesa, Dominique de Villepin, explicou que o contributo de Paris passará pela «cooperação no domínio da formação da polícia e do exército».
O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Franco Frattini - cujo país preside até ao final de Dezembro à UE -, recusou também pronunciar-se sobre a contribuição de Roma, lembrando que a Itália enviou já «três mil homens» para o terreno.
Os 200 milhões de euros aprovados destinam-se a um período de 14 meses, com início em Novembro, e acrescem aos 730 milhões disponibilizados para ajuda humanitária pelos Quinze desde o fim da guerra.
O Banco Mundial calcula que sejam precisos 55 mil milhões de dólares (47 mil milhões de euros) para financiar a reconstrução do Iraque até ao final de 2007.
O exército iraquiano e o reinício da produção e exportação de petróleo custarão 19 mil milhões de dólares (16,2 mil milhões de euros).
Devolver a soberania
Os ministros dos Estrangeiros sublinharam ainda a necessidade de avançar na devolução da soberaniza ao povo do Iraque e no restabelecimento da segurança no país.
Segundo afirmou o alto representante da Política Externa e de Segurança Comum, Javier Solana, «é bom que haja uma transferência de soberania e que quanto antes haja uma situação mais estável do ponto de vista de segurança». Assim, explica, «será mais fácil de obter compromissos económicos de diferentes países e organizações.