Urgem apoios
Por iniciativa do PCP, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução que reconhece os prejuízos causados pela vaga de incêndios aos apicultores portugueses e solicita medidas comunitárias de apoio.
Proposta do PCP pede apoios comunitários para apicultores portugueses
Aproveitando a apresentação de um proposta de resolução sobre as dificuldades com que se confronta a apicultura europeia, a Ilda Figueiredo conseguiu que introduzir uma alteração ao texto, na qual o Parlamento Europeu «manifesta a sua preocupação com as consequências para a apicultura dos fortes incêndios florestais deste Verão, nomeadamente em Portugal; pede à Comissão que proceda à avaliação dos prejuízos directos e indirectos causados aos sector e que apresente as necessárias medidas comunitárias de apoio; considera que o sector deve ser enquadrado na estratégia para a prevenção de incêndios florestais».
Na sua declaração de voto, a deputada do PCP refere as dificuldades que afectam a generalidade dos apicultores europeus, «com a perda de efectivos e a consequente perda de rendimentos, agravadas pelas limitações climáticas, a presença de doenças, como a varrose, e condições de mercado difíceis».
A perda de efectivos está ainda ligada à utilização de substâncias activas neurotóxicas ao nível das sementes de certos cultivos, motivo que justifica indemnizações aos apicultores que sofram perdas importantes de efectivos.
No caso de Portugal, Ilda Figueiredo salientou que todas estas dificuldades foram agravadas pelos fortes incêndios que terão destruído mais de cinco mil colmeias, sobretudo no Algarve, nas Beiras e em Trás-os-Montes. Os prejuízos directos atingirão cerca de 500 mil euros, sublinhou a deputada, sem contar com a perda de rendimentos futuros ou com a destruição das áreas envolventes que afecta a alimentação dos efectivos existentes.
A aprovação da proposta do PCP é pois uma notícia positiva para a apicultura nacional que poderá vir a beneficiar de medidas comunitárias de apoio.
Na sua declaração de voto, a deputada do PCP refere as dificuldades que afectam a generalidade dos apicultores europeus, «com a perda de efectivos e a consequente perda de rendimentos, agravadas pelas limitações climáticas, a presença de doenças, como a varrose, e condições de mercado difíceis».
A perda de efectivos está ainda ligada à utilização de substâncias activas neurotóxicas ao nível das sementes de certos cultivos, motivo que justifica indemnizações aos apicultores que sofram perdas importantes de efectivos.
No caso de Portugal, Ilda Figueiredo salientou que todas estas dificuldades foram agravadas pelos fortes incêndios que terão destruído mais de cinco mil colmeias, sobretudo no Algarve, nas Beiras e em Trás-os-Montes. Os prejuízos directos atingirão cerca de 500 mil euros, sublinhou a deputada, sem contar com a perda de rendimentos futuros ou com a destruição das áreas envolventes que afecta a alimentação dos efectivos existentes.
A aprovação da proposta do PCP é pois uma notícia positiva para a apicultura nacional que poderá vir a beneficiar de medidas comunitárias de apoio.