FRELIMO vence eleições
As eleições presidenciais, legislativas e provinciais realizadas em Moçambique na passada semana devem dar à FRELIMO a maioria dos lugares no parlamento e garantir a recondução do actual chefe de Estado, Armando Guebuza, no cargo de presidente.
De acordo com os dados provisórios divulgados pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) quando estão apuradas 90 por cento das mesas de voto, a FRELIMO, com cerca de 76 por cento, leva já larga vantagem sobre a RENAMO e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM).
A confirmar-se este resultado, o partido que governa o país desde 1975 obterá 194 lugares na Assembleia da República, mais 34 que actualmente, num total de 250. Em queda eleitoral, a RENAMO perde 42 parlamentares passando de 90 para 48 eleitos. Já o MDM pode garantir 8 deputados.
Quanto às presidenciais, idênticos resultados devem assegurar a recondução de Guebuza na presidência. O seu principal opositor, Afonso Dhlakama, não deverá ultrapassar os 15 por cento enquanto que o líder do MDM e presidente da Câmara Municipal da Beira, segunda cidade do país, Daviz Simango, não chegará aos 9 por cento dos votos.
Os resultados definitivos só serão divulgados no próximo dia 12 de Novembro. Os observadores internacionais consideraram o sufrágio regular, mas numa atitude já recorrente, Dhlakama e a RENAMO não reconhecem os resultados acusando o STAE de ser controlado pela FRELIMO e de ter sabotado o sufrágio desde o recenseamento.
Entretanto, a polícia moçambicana enviou um contingente para Nampula afim de ocupar as antigas bases da RENAMO na região. A decisão surge na sequência das ameaças de rebelião divulgadas por militantes e ex-combatentes da RENAMO.
De acordo com os dados provisórios divulgados pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) quando estão apuradas 90 por cento das mesas de voto, a FRELIMO, com cerca de 76 por cento, leva já larga vantagem sobre a RENAMO e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM).
A confirmar-se este resultado, o partido que governa o país desde 1975 obterá 194 lugares na Assembleia da República, mais 34 que actualmente, num total de 250. Em queda eleitoral, a RENAMO perde 42 parlamentares passando de 90 para 48 eleitos. Já o MDM pode garantir 8 deputados.
Quanto às presidenciais, idênticos resultados devem assegurar a recondução de Guebuza na presidência. O seu principal opositor, Afonso Dhlakama, não deverá ultrapassar os 15 por cento enquanto que o líder do MDM e presidente da Câmara Municipal da Beira, segunda cidade do país, Daviz Simango, não chegará aos 9 por cento dos votos.
Os resultados definitivos só serão divulgados no próximo dia 12 de Novembro. Os observadores internacionais consideraram o sufrágio regular, mas numa atitude já recorrente, Dhlakama e a RENAMO não reconhecem os resultados acusando o STAE de ser controlado pela FRELIMO e de ter sabotado o sufrágio desde o recenseamento.
Entretanto, a polícia moçambicana enviou um contingente para Nampula afim de ocupar as antigas bases da RENAMO na região. A decisão surge na sequência das ameaças de rebelião divulgadas por militantes e ex-combatentes da RENAMO.