Ano lectivo com problemas agravados

O início oficial do ano lectivo está marcado por problemas de organização agravados pela entrada em vigor do novo regime de direcção e de gestão escolares e pela divisão da carreira docente em categorias, recordou a Federação Nacional dos Professores, num comunicado emitido anteontem, na data do arranque do ano escolar. Salientando que o envolvimento empenhado dos professores nas suas escolas é que permitiu o início das aulas na data estipulada, a Fenprof reivindica a resolução de «velhos problemas que se transferiram para o novo ano» e que «atingiram e degradaram as condições de exercício da profissão».
O Estatuto da Carreira Docente com a sua divisão em duas, o actual modelo de avaliação e de quotas e a prova de ingresso na profissão são medidas que «marcaram de forma muito negativa a acção do Governo na Educação», acusou a federação. O regime de concursos e a colocação de docentes com os processos de recrutamento, escola a escola; a alteração à legislação relativa à Educação Especial; o novo regime de direcção e de gestão escolar; a ausência de regras claras sobre o financiamento da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, e a falta de um reforço efectivo da acção social escolar são «problemas que atingem o sistema educativo», e que a Fenprof pretende ver resolvidos na próxima legislatura.


Mais artigos de: Trabalhadores

Agir para a ruptura

Na conferência sindical «O Diálogo Social e a Contratação Colectiva», a inter reafirmou «a necessidade de ruptura com as políticas de direita» e «o papel insubstituível dos trabalhadores, na luta por uma mudança de rumo na vida nacional».

Lutar com o voto

«Votar para defender os direitos, promover os interesses dos trabalhadores e assegurar o desenvolvimento do País» - foi este o apelo que a CGTP-IN deixou, numa posição divulgada após a reunião da sua Comissão Executiva, na segunda-feira. No documento, a central recorda que «a luta intensa, concretizada pelos...

O «inimigo» Sócrates

A Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública rejeitou o Acordo Colectivo de Carreiras firmado, dia 11, entre dois sindicatos da UGT e o Governo, considerando que «Sócrates foi o pior inimigo dos funcionários públicos».