Um exemplo a seguir
Jerónimo de Sousa esteve, no dia 18, no concelho de Mora a visitar o Fluviário. Na ocasião, o Secretário-geral do PCP considerou este projecto um exemplo do que as autarquias podem fazer para combater as assimetrias regionais. «É uma obra notável», afirmou, considerando que demonstra que o poder local, «com a sua iniciativa própria e investimento público» é capaz de levar para diante projectos de desenvolvimento, «de fixação de populações e criação de emprego».
Em declarações à imprensa após visitar o Fluviário, o dirigente do PCP salientou a importância de valorizar esta obra, pois trata-se da «demonstração de que é possível resolver muitos dos problemas nacionais e sair da crise quando se tem iniciativa e quando há investimento».
O Fluviário de Mora está situado no Parque Ecológico do Gameiro, na freguesia do Cabeção. Nascido de uma parceria com o Oceanário de Lisboa, custou mais de seis milhões de euros, dos quais o Governo não contribuiu com um cêntimo.
Em seguida, numa sessão pública no Alandroal que reuniu centenas de apoiantes da coligação, Jerónimo de Sousa chamou a atenção para a importância das eleições legislativas, que, realçou, «vão determinar muito do futuro do País nos próximos anos». Para o dirigente comunista, é da arrumação de forças que sair das eleições que emanará o futuro governo, o seu programa e o próprio primeiro-ministro. Ao mesmo tempo, apelou, «numa única campanha, temos que nos preparar também para as eleições autárquicas».
Antes, João Oliveira, primeiro candidato da CDU pelo distrito de Évora, tinha já destacado a importância de levar por diante uma campanha baseada no contacto directo com os trabalhadores e com as populações. «Não somos uma força que faz política à distância», realçou o deputado.
Para João Oliveira, há que combater a mistificação, promovida por PS e PSD, acerca da natureza das eleições legislativas. É «mentira» que estas sirvam para eleger um governo e um Primeiro-ministro, esclareceu. Pelo contrário, o que os eleitores serão chamados a fazer é escolher os deputados do seu distrito e os respectivos programas eleitorais.
Assim, continuou o candidato, há que denunciar a situação que se vive no distrito e os responsáveis por ela. A taxa de desemprego, por exemplo, é superior à média nacional. E que não se culpe a crise internacional, já que não foi ela que encerrou serviços públicos e mandou os trabalhadores para o desemprego. «Nem foi a crise internacional que aprovou o Código do Trabalho.»
Em declarações à imprensa após visitar o Fluviário, o dirigente do PCP salientou a importância de valorizar esta obra, pois trata-se da «demonstração de que é possível resolver muitos dos problemas nacionais e sair da crise quando se tem iniciativa e quando há investimento».
O Fluviário de Mora está situado no Parque Ecológico do Gameiro, na freguesia do Cabeção. Nascido de uma parceria com o Oceanário de Lisboa, custou mais de seis milhões de euros, dos quais o Governo não contribuiu com um cêntimo.
Em seguida, numa sessão pública no Alandroal que reuniu centenas de apoiantes da coligação, Jerónimo de Sousa chamou a atenção para a importância das eleições legislativas, que, realçou, «vão determinar muito do futuro do País nos próximos anos». Para o dirigente comunista, é da arrumação de forças que sair das eleições que emanará o futuro governo, o seu programa e o próprio primeiro-ministro. Ao mesmo tempo, apelou, «numa única campanha, temos que nos preparar também para as eleições autárquicas».
Antes, João Oliveira, primeiro candidato da CDU pelo distrito de Évora, tinha já destacado a importância de levar por diante uma campanha baseada no contacto directo com os trabalhadores e com as populações. «Não somos uma força que faz política à distância», realçou o deputado.
Para João Oliveira, há que combater a mistificação, promovida por PS e PSD, acerca da natureza das eleições legislativas. É «mentira» que estas sirvam para eleger um governo e um Primeiro-ministro, esclareceu. Pelo contrário, o que os eleitores serão chamados a fazer é escolher os deputados do seu distrito e os respectivos programas eleitorais.
Assim, continuou o candidato, há que denunciar a situação que se vive no distrito e os responsáveis por ela. A taxa de desemprego, por exemplo, é superior à média nacional. E que não se culpe a crise internacional, já que não foi ela que encerrou serviços públicos e mandou os trabalhadores para o desemprego. «Nem foi a crise internacional que aprovou o Código do Trabalho.»