Governo agrava crise
Os comunistas do Porto estão preocupados com a crise que se vive na indústria do mobiliário. Para a Direcção da Organização Regional do Porto do PCP, esta crise já tem muitos anos, não resultando directamente da crise internacional.
Entre 2004 e 2006, desapareceram muitas empresas deste sector, nomeadamente nos concelhos de Paços de Ferreira e Parede, onde tem forte incidência. Como consequência disto, o desemprego nestes concelhos era em Abril, respectivamente, de 11 e 12 por cento, ou seja, superior à média nacional. Para o PCP, a responsabilidade vai para as políticas económica adoptadas, assim como para a estrutura do seu tecido empresarial.
Esta evolução negativa, garantem os comunistas, «deveria merecer respostas imediatas do Governo em termos sociais». Mas este não toma as medidas que «há muito se mostram necessárias». Na opinão do PCP, esta realidade «não está dissociada da discriminação negativa que o distrito do Porto, e em escala mais acentuada, o seu interior, de que fazem parte os concelhos onde a indústria do mobiliário é predominante, está a sofrer em termos de investimento público».
A resposta do Governo tem sido anunciar medidas com pompa e circunstância, sem que nunca se concretize o que é prometido, acusa a direcção comunista. Daí os protestos de muitos empresários do sector contra o ministro da Economia que, no dia 6 do mês passado, anunciou um plano de apoio ao sector que ainda não foi posto em prática.
Entre 2004 e 2006, desapareceram muitas empresas deste sector, nomeadamente nos concelhos de Paços de Ferreira e Parede, onde tem forte incidência. Como consequência disto, o desemprego nestes concelhos era em Abril, respectivamente, de 11 e 12 por cento, ou seja, superior à média nacional. Para o PCP, a responsabilidade vai para as políticas económica adoptadas, assim como para a estrutura do seu tecido empresarial.
Esta evolução negativa, garantem os comunistas, «deveria merecer respostas imediatas do Governo em termos sociais». Mas este não toma as medidas que «há muito se mostram necessárias». Na opinão do PCP, esta realidade «não está dissociada da discriminação negativa que o distrito do Porto, e em escala mais acentuada, o seu interior, de que fazem parte os concelhos onde a indústria do mobiliário é predominante, está a sofrer em termos de investimento público».
A resposta do Governo tem sido anunciar medidas com pompa e circunstância, sem que nunca se concretize o que é prometido, acusa a direcção comunista. Daí os protestos de muitos empresários do sector contra o ministro da Economia que, no dia 6 do mês passado, anunciou um plano de apoio ao sector que ainda não foi posto em prática.