Guardas-florestais
Uma concentração na segunda-feira, Dia Nacional da Guarda-Florestal, diante do Ministério da Administração Interna, obteve resultados positivos. Mais de cem destes guardas exigiram que o MAI convoque os representantes sindicais para ultrapassar a discriminação face aos agentes do corpo onde o Governo os integrou. No fim do protesto, o secretário de Estado da Administração Interna agendou, finalmente, para 3 de Junho, uma reunião, informou a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública.
A acção, convocada pela FNSFP/CGTP-IN, serviu para exigir do Governo PS que equipare, em direitos e salários, os quase 400 guardas-florestais que, mantendo o estatuto de civis, foram integrados no Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR, em 2006. Outro problema a afectar o seu normal desempenho é o fardamento, pois desde a transferência, nunca tiveram farda nova, nem qualquer cartão que os identifique.
Estes guardas também exigem uma imediata planificação da sua formação profissional.
Para a segunda quinzena de Junho, agendaram uma manifestação nacional.
Hospitais EPE
Para exigir a retoma do processo negocial do Acordo Colectivo de Trabalho para os hospitais EPE, bloqueado pela tutela desde Fevereiro, e uma consequente e justa recriação da carreira dos Serviços Gerais de Saúde, dirigentes e delegados da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública concentraram-se, dia 21, diante do Ministério da Saúde.
Durante a actual legislatura, a federação nunca foi convocada para qualquer reunião no Ministério, embora represente mais de metade dos trabalhadores. Durante a acção, foram entregues, no Ministério, dois abaixo-assinados.