Professores decidem acções
Com um apelo à participação dos docentes na «Consulta geral aos professores e educadores», promovida pela Plataforma Sindical, entre os dias 20 e 24 de Abril, o Sindicato dos Professores da Região Centro emitiu, dia 13, um comunicado para reforçar a importância desta iniciativa. Na consulta, os professores decidirão que formas de luta adoptarão para forçar o Governo a alterar a sua política, «que prejudica os alunos, a escola, as famílias e desrespeita os professores», acusou o SPRC.
Os docentes vão também pronunciar-se sobre a proposta da Plataforma Sindical dos Professores, de efectuarem um conjunto de acções de luta e de protesto, destacando-se uma manifestação nacional, no dia 16 de Maio.
Prossegue, entretanto, a recolha de assinaturas para o abaixo-assinado a exigir a suspensão, ainda este ano, do modelo de avaliação de desempenho e das quotas, a renegociação do ECD com o fim da divisão da carreira em duas e a revogação da prova de ingresso.
Ainda no dia 13, através de outro comunicado, o SPRC acusou o Ministério da Educação de ter enganado os portugueses quando anunciou que o encerramento de milhares de escolas do Ensino Básico beneficiaria as crianças, que passariam a frequentar melhores estabelecimentos. Baseando-se em dados do próprio ME, o sindicato constatou que milhares dos alunos das 2500 escolas encerradas aguardam a conclusão das obras nos Centros Escolares, e «são obrigados a deslocar-se para escolas iguais às que encerraram». «Muitas destas crianças nunca chegarão a conhecer qualquer escola nova, com as condições e os recursos extraordinários que o Governo prometeu», lamentou o sindicato.
Quanto ao novo regime jurídico do ensino do Português no estrangeiro, discutido na reunião de dia 7, pela Fenprof e o Sindicato dos Professores no Estrangeiro com representantes do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a federação lamentou que a tutela queira manter o sistema de quotas, mas congratulou-se com a aceitação de se consignar uma cláusula que permitirá a estes docentes continuarem a leccionar depois do fim do prazo do contrato, previsto no anterior regime jurídico, submetendo-se apenas a uma selecção baseada na avaliação curricular.
Os docentes vão também pronunciar-se sobre a proposta da Plataforma Sindical dos Professores, de efectuarem um conjunto de acções de luta e de protesto, destacando-se uma manifestação nacional, no dia 16 de Maio.
Prossegue, entretanto, a recolha de assinaturas para o abaixo-assinado a exigir a suspensão, ainda este ano, do modelo de avaliação de desempenho e das quotas, a renegociação do ECD com o fim da divisão da carreira em duas e a revogação da prova de ingresso.
Ainda no dia 13, através de outro comunicado, o SPRC acusou o Ministério da Educação de ter enganado os portugueses quando anunciou que o encerramento de milhares de escolas do Ensino Básico beneficiaria as crianças, que passariam a frequentar melhores estabelecimentos. Baseando-se em dados do próprio ME, o sindicato constatou que milhares dos alunos das 2500 escolas encerradas aguardam a conclusão das obras nos Centros Escolares, e «são obrigados a deslocar-se para escolas iguais às que encerraram». «Muitas destas crianças nunca chegarão a conhecer qualquer escola nova, com as condições e os recursos extraordinários que o Governo prometeu», lamentou o sindicato.
Quanto ao novo regime jurídico do ensino do Português no estrangeiro, discutido na reunião de dia 7, pela Fenprof e o Sindicato dos Professores no Estrangeiro com representantes do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a federação lamentou que a tutela queira manter o sistema de quotas, mas congratulou-se com a aceitação de se consignar uma cláusula que permitirá a estes docentes continuarem a leccionar depois do fim do prazo do contrato, previsto no anterior regime jurídico, submetendo-se apenas a uma selecção baseada na avaliação curricular.