Campanha de massas e esclarecimento
Na década de 90, após a alteração da correlação de forças a favor do capitalismo, foram muitos os seus homens de mão espalhados por todo o mundo que tentaram convencer os partidos comunistas e outras forças revolucionárias de que, mesmo com defeitos, o sistema capitalista não tinha alternativa e que a partir daí, com o desaparecimento da URSS, tudo seria melhor para os povos de todo o mundo.
O voto de todos aqueles que lutam por uma vida melhor é na CDU
Afinal, foi preciso tão pouco tempo para ficar claro, para todos os que acreditaram, e foram muitos, como sabemos, que o sistema capitalista não só não resolveu nenhum dos principais problemas da humanidade como os agravou a todos.
O mundo é hoje muito mais desigual, mais injusto e menos seguro e o sistema capitalista mostrou de forma ainda mais clara o seu carácter desumano, explorador e cruel, atirando para o desemprego milhões e mais milhões de operários e outros assalariados, privando-os de usar a única riqueza de que dispõem, a sua força de trabalho. A pretexto da que é já considerada como a maior crise do sistema capitalista, o capital retira direitos, reduz ou simplesmente não paga salários, altera horários de trabalho, exerce chantagem sobre os trabalhadores e suas famílias, entre outros crimes contra os direitos humanos mais elementares.
Ao mesmo tempo, por todo o mundo, os povos lutam contra a exploração capitalista, a pilhagem das suas riquezas por parte das multinacionais e pela construção de uma sociedade justa e solidária. Apontando mesmo, em alguns casos e pela primeira vez, como objectivo o socialismo.
No nosso País, temos um Governo que deu seguimento à política levada a cabo por outros governos do PS, PSD, e CDS nos últimos 32 anos, a favor da reconstituição dos grupos económicos e do capitalismo monopolista. Com este objectivo, praticaram crimes muito graves contra o povo, a economia e soberania nacional. Privatizaram tudo o que dá lucro e em especial os sectores estratégicos da nossa economia e destruíram o essencial do nosso aparelho produtivo. Instrumentos que deviam ser exactamente as alavancas fundamentais para fazer face à crise do sistema capitalista, desenvolver a nossa economia e resolver os problemas do povo e do País.
Abrir caminho a uma nova política
Tendo pela frente três actos eleitorais, a tarefa que está colocada a todo o Partido, aos seus militantes e simpatizantes, é a necessidade de realizar uma grande campanha de massas e de esclarecimento, esclarecendo os portugueses de que está na hora de provocar uma ruptura com esta politica, de reforçar o PCP e CDU, para abrir caminho a um governo e a uma política diferentes.
Conforme decidiu o Encontro Nacional do PCP, a todos os organismos e organizações do Partido está colocada a necessidade de, desde já, procederem à planificação e concretização desta grandiosa tarefa, levando aos portugueses, e em primeiro lugar aos trabalhadores, a denúncia da politica do Governo PS e as propostas da CDU para os principais problemas do povo e do País.
O Governo do PS/Sócrates perdeu toda a legitimidade para pedir o voto aos trabalhadores e às populações mais carenciadas porque levou à prática uma politica completamente oposta àquela que em campanha eleitoral prometeu realizar e com a qual recolheu a maioria absoluta dos votos – nomeadamente, a criação dos famosos 150 mil postos de trabalho, o combate à pobreza, a melhoria do Serviço Nacional de Saúde, o aumento do poder de compra e a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e do povo em geral.
Os muitos milhares de trabalhadores que são agora vítimas das consequências do Código do Trabalho que o Governo do PS fez aprovar a favor dos interesses de classe do grande capital, exactamente ao contrário do compromisso assumido, não podem dar de novo o seu voto ao partido que traiu a confiança dada por milhares de assalariados.
Nesta campanha de massas e de esclarecimento, ao mesmo tempo que transmitimos a confiança na luta dos trabalhadores como motor das grandes transformações sociais, há que colocar a todos aqueles que lutam por uma vida melhor que o seu voto, a começar já no próximo dia 7 de Junho, deve ser dado à CDU.
O mundo é hoje muito mais desigual, mais injusto e menos seguro e o sistema capitalista mostrou de forma ainda mais clara o seu carácter desumano, explorador e cruel, atirando para o desemprego milhões e mais milhões de operários e outros assalariados, privando-os de usar a única riqueza de que dispõem, a sua força de trabalho. A pretexto da que é já considerada como a maior crise do sistema capitalista, o capital retira direitos, reduz ou simplesmente não paga salários, altera horários de trabalho, exerce chantagem sobre os trabalhadores e suas famílias, entre outros crimes contra os direitos humanos mais elementares.
Ao mesmo tempo, por todo o mundo, os povos lutam contra a exploração capitalista, a pilhagem das suas riquezas por parte das multinacionais e pela construção de uma sociedade justa e solidária. Apontando mesmo, em alguns casos e pela primeira vez, como objectivo o socialismo.
No nosso País, temos um Governo que deu seguimento à política levada a cabo por outros governos do PS, PSD, e CDS nos últimos 32 anos, a favor da reconstituição dos grupos económicos e do capitalismo monopolista. Com este objectivo, praticaram crimes muito graves contra o povo, a economia e soberania nacional. Privatizaram tudo o que dá lucro e em especial os sectores estratégicos da nossa economia e destruíram o essencial do nosso aparelho produtivo. Instrumentos que deviam ser exactamente as alavancas fundamentais para fazer face à crise do sistema capitalista, desenvolver a nossa economia e resolver os problemas do povo e do País.
Abrir caminho a uma nova política
Tendo pela frente três actos eleitorais, a tarefa que está colocada a todo o Partido, aos seus militantes e simpatizantes, é a necessidade de realizar uma grande campanha de massas e de esclarecimento, esclarecendo os portugueses de que está na hora de provocar uma ruptura com esta politica, de reforçar o PCP e CDU, para abrir caminho a um governo e a uma política diferentes.
Conforme decidiu o Encontro Nacional do PCP, a todos os organismos e organizações do Partido está colocada a necessidade de, desde já, procederem à planificação e concretização desta grandiosa tarefa, levando aos portugueses, e em primeiro lugar aos trabalhadores, a denúncia da politica do Governo PS e as propostas da CDU para os principais problemas do povo e do País.
O Governo do PS/Sócrates perdeu toda a legitimidade para pedir o voto aos trabalhadores e às populações mais carenciadas porque levou à prática uma politica completamente oposta àquela que em campanha eleitoral prometeu realizar e com a qual recolheu a maioria absoluta dos votos – nomeadamente, a criação dos famosos 150 mil postos de trabalho, o combate à pobreza, a melhoria do Serviço Nacional de Saúde, o aumento do poder de compra e a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e do povo em geral.
Os muitos milhares de trabalhadores que são agora vítimas das consequências do Código do Trabalho que o Governo do PS fez aprovar a favor dos interesses de classe do grande capital, exactamente ao contrário do compromisso assumido, não podem dar de novo o seu voto ao partido que traiu a confiança dada por milhares de assalariados.
Nesta campanha de massas e de esclarecimento, ao mesmo tempo que transmitimos a confiança na luta dos trabalhadores como motor das grandes transformações sociais, há que colocar a todos aqueles que lutam por uma vida melhor que o seu voto, a começar já no próximo dia 7 de Junho, deve ser dado à CDU.