Manifesto dos 119 despedidos
Contra a vaga de despedimentos no grupo Controlinveste, que atinge 119 trabalhadores, maioritariamente jornalistas do Jornal de Notícias, Diário de Notícias, 24 Horas e O Jogo, foi lançado no Porto o «Manifesto dos 119», iniciativa que visa suscitar um movimento de solidariedade com os trabalhadores visados e, em simultâneo, defender os valores democráticos e as liberdades que, cada vez mais, as transformações no sector da comunicação social colocam em causa.
O documento salienta que não há «conhecimento de despedimentos em massa durante a centenária vida do JN e do DN. Mas estão em curso em 2009. (...) «Tão "selectivos"» ou primariamente maquinados que «não poupam lactantes, a mais nova das quais com um bebé de dois meses, mães com vários filhos menores, casais, deficientes motores, transplantados, delegados sindicais».
Lembrando que na véspera do anúncio do despedimento colectivo, o grupo contratou jornalistas «em condições generosas», o Manifesto compara o processo a «uma vassourada ideológica e mercadológica» e critica «o desinvestimento no jornalismo de proximidade e de causas nacionais, regionais e metropolitanas e o investimento no jornalismo enlatado e na governamentalização informativa-opinativa».
O documento salienta que não há «conhecimento de despedimentos em massa durante a centenária vida do JN e do DN. Mas estão em curso em 2009. (...) «Tão "selectivos"» ou primariamente maquinados que «não poupam lactantes, a mais nova das quais com um bebé de dois meses, mães com vários filhos menores, casais, deficientes motores, transplantados, delegados sindicais».
Lembrando que na véspera do anúncio do despedimento colectivo, o grupo contratou jornalistas «em condições generosas», o Manifesto compara o processo a «uma vassourada ideológica e mercadológica» e critica «o desinvestimento no jornalismo de proximidade e de causas nacionais, regionais e metropolitanas e o investimento no jornalismo enlatado e na governamentalização informativa-opinativa».