Luiz Pacheco evocado em Setúbal
A vida e obra de Luiz Pacheco foram o tema de uma sessão organizada, dia 23, pela Comissão Concelhia de Setúbal do PCP, na qual participaram vários dirigentes do Partido, familiares e amigos do escritor comunista falecido em Janeiro de 2008.
José Casanova, membro do Comité Central e director do Avante!, recordou que a adesão de Luiz Pacheco ao PCP não constituiu «surpresa». Os seus escritos «que se confundem e ampliam mutuamente com uma vida que antes do 25 de Abril alinhou na resistência à ditadura com espírito livre, independente, lúcido quão irreverente» provam que «um outro caminho ou opção, na altura certa, não poderiam ser outros».
Os presentes assistiram a uma projecção de fotografias e documentos pertencentes à Livraria Uni-Verso, onde o escritor passava amiúde para conviver com o seu proprietário João Carlos Nunes Raposo e outros amigos. Testemunhos como o de Valdemar Santos e de amigos mais próximos de Luiz Pacheco vindos de Lisboa ou das Caldas da Rainha, como Armando Melo e João Bonifácio Serra, enriqueceram a sessão, em que estiveram Paulo e João Miguel Pacheco, filhos do escritor comunista.
A evocação teve um momento especial quando Guilherme Silva, autor do livro Fatimamente, ofereceu ao PCP uma fotografia rara de Luiz Pacheco tirada na capital em 1980. A seguir Fernando Casaca, do Teatro do Elefante, e Maurícia Teles, poetisa nascida no Couço, leram extractos da obra de Pacheco, cuja importância «virá a impor a necessidade de ser estudada mais profundamente», afirmou José Casanova.
José Casanova, membro do Comité Central e director do Avante!, recordou que a adesão de Luiz Pacheco ao PCP não constituiu «surpresa». Os seus escritos «que se confundem e ampliam mutuamente com uma vida que antes do 25 de Abril alinhou na resistência à ditadura com espírito livre, independente, lúcido quão irreverente» provam que «um outro caminho ou opção, na altura certa, não poderiam ser outros».
Os presentes assistiram a uma projecção de fotografias e documentos pertencentes à Livraria Uni-Verso, onde o escritor passava amiúde para conviver com o seu proprietário João Carlos Nunes Raposo e outros amigos. Testemunhos como o de Valdemar Santos e de amigos mais próximos de Luiz Pacheco vindos de Lisboa ou das Caldas da Rainha, como Armando Melo e João Bonifácio Serra, enriqueceram a sessão, em que estiveram Paulo e João Miguel Pacheco, filhos do escritor comunista.
A evocação teve um momento especial quando Guilherme Silva, autor do livro Fatimamente, ofereceu ao PCP uma fotografia rara de Luiz Pacheco tirada na capital em 1980. A seguir Fernando Casaca, do Teatro do Elefante, e Maurícia Teles, poetisa nascida no Couço, leram extractos da obra de Pacheco, cuja importância «virá a impor a necessidade de ser estudada mais profundamente», afirmou José Casanova.