Um exemplo concreto
Como um exemplo concreto da convergência defendida pelo PCP, Jerónimo de Sousa apontou o requerimento que, por iniciativa dos comunistas, vai ser apresentado ao Tribunal Constitucional, para a fiscalização sucessiva da revisão do Código do Trabalho.
Para ter eficácia, o requerimento necessitaria de ser subscrito por, no mínimo, 23 deputados. O secretário-geral lembrou que o PCP apenas tem 12 lugares na AR, pelo que foram desenvolvidos contactos num espectro mais largo. Fortes aplausos saudaram a informação de que esses contactos têm sido bem sucedidos e «vamos passar muito para além dos 23 deputados», tendo em conta a disponibilidade de eleitos de outras bancadas parlamentares.
Ao agradecer o contributo dos convidados, para o debate, Jerónimo de Sousa salientou que «o que nos animou não foram as diferenças de opinião, mas aquilo que nos aproxima e nos leva à convergência concreta em torno de questões e problemas concretos, com a consciência de que mantemos diferenças e até divergências».
O dirigente comunista recordou que «temos o nosso projecto de uma democracia avançada», explicando em seguida que, «neste tempo concreto, nós temos como referência o projecto que está consubstanciado na Constituição da República», porque esta «comporta um projecto de construção e plataforma de convergência das forças políticas e sociais, de democratas preocupados com o seu país, convergência que é em si mesma condição para acreditar que "sim, é possível uma vida melhor".»
Expressou confiança em que «haveremos de nos voltar a encontrar».
Para ter eficácia, o requerimento necessitaria de ser subscrito por, no mínimo, 23 deputados. O secretário-geral lembrou que o PCP apenas tem 12 lugares na AR, pelo que foram desenvolvidos contactos num espectro mais largo. Fortes aplausos saudaram a informação de que esses contactos têm sido bem sucedidos e «vamos passar muito para além dos 23 deputados», tendo em conta a disponibilidade de eleitos de outras bancadas parlamentares.
Ao agradecer o contributo dos convidados, para o debate, Jerónimo de Sousa salientou que «o que nos animou não foram as diferenças de opinião, mas aquilo que nos aproxima e nos leva à convergência concreta em torno de questões e problemas concretos, com a consciência de que mantemos diferenças e até divergências».
O dirigente comunista recordou que «temos o nosso projecto de uma democracia avançada», explicando em seguida que, «neste tempo concreto, nós temos como referência o projecto que está consubstanciado na Constituição da República», porque esta «comporta um projecto de construção e plataforma de convergência das forças políticas e sociais, de democratas preocupados com o seu país, convergência que é em si mesma condição para acreditar que "sim, é possível uma vida melhor".»
Expressou confiança em que «haveremos de nos voltar a encontrar».