Pelo aumento dos salários
«O aumento dos salários é indispensável, devendo ter-se como referências principais o aumento do custo de vida, a produtividade, a fixação do salário mínimo nacional em 450 euros (5,6 por cento), sendo necessário prosseguir a aproximação do salário mínimo ao salário médio, e a actualização salarial na Administração Pública, impondo-se que o Governo evolua na sua proposta (2,9 por cento)», afirmou a CGTP-IN, reagindo a declarações de representantes patronais reproduzidas na comunicação social.
No fim-de-semana que antecedeu o Natal, responsáveis de associações patronais vieram defender que a actualização salarial, no ano de 2009, não deveria ultrapassar um por cento, a pretexto de uma quebra na taxa de inflação e, também, devido à degradação da situação económica.
Contrapõe a CGTP-IN que é dado demasiado relevo à taxa de inflação homóloga (1,4 por cento em Novembro), quando é a inflação média anual (2,7 por cento) que serve de referência para o poder de compra. A redução recente do índice de preços no consumidor reflecte a descida nos combustíveis e nos bens alimentares não transformados e «nada indica que a inflação venha a ter uma quebra acentuada» no novo ano, sublinha a central, que cita vários números das estatísticas oficiais.
No fim-de-semana que antecedeu o Natal, responsáveis de associações patronais vieram defender que a actualização salarial, no ano de 2009, não deveria ultrapassar um por cento, a pretexto de uma quebra na taxa de inflação e, também, devido à degradação da situação económica.
Contrapõe a CGTP-IN que é dado demasiado relevo à taxa de inflação homóloga (1,4 por cento em Novembro), quando é a inflação média anual (2,7 por cento) que serve de referência para o poder de compra. A redução recente do índice de preços no consumidor reflecte a descida nos combustíveis e nos bens alimentares não transformados e «nada indica que a inflação venha a ter uma quebra acentuada» no novo ano, sublinha a central, que cita vários números das estatísticas oficiais.