Pelo emprego e o futuro do Arsenal
Um dia de greve, entre as 9 e as 16 horas, será cumprido amanhã pelos trabalhadores do Arsenal do Alfeite, com concentração junto ao Ministério da Defesa, pela salvaguarda dos postos de trabalho e contra a extinção do Arsenal enquanto estaleiro naval da Armada, e a sua passagem a sociedade anónima.
O programa do Governo, de «empresarialização» do Arsenal pretende integrar o estaleiro na EMPORDEF, «uma empresa holding, com prejuízos anuais de 80 milhões de euros», salientou, dia 3, em declarações à Lusa, o membro da Comissão de Trabalhadores, Carlos Godinho.
A luta, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas e dos Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa, STEFFA/CGTP-IN, e a Comissão de Trabalhadores do Arsenal do Alfeite, é também contra a intenção da administração de reduzir o quadro de trabalhadores dos actuais 1200, para um máximo de mil, depois de o estaleiro ter registado ganhos de 800 mil euros no ano passado.
Por seu lado, o PCP anunciou que irá requerer a discussão parlamentar do Decreto-Lei do Governo relativo ao processo de empresarialização do Arsenal, que só foi apresentado à Comissão de Defesa pelo Ministério da pasta e que o Partido quer ver debatido na Assembleia da República.
O programa do Governo, de «empresarialização» do Arsenal pretende integrar o estaleiro na EMPORDEF, «uma empresa holding, com prejuízos anuais de 80 milhões de euros», salientou, dia 3, em declarações à Lusa, o membro da Comissão de Trabalhadores, Carlos Godinho.
A luta, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas e dos Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa, STEFFA/CGTP-IN, e a Comissão de Trabalhadores do Arsenal do Alfeite, é também contra a intenção da administração de reduzir o quadro de trabalhadores dos actuais 1200, para um máximo de mil, depois de o estaleiro ter registado ganhos de 800 mil euros no ano passado.
Por seu lado, o PCP anunciou que irá requerer a discussão parlamentar do Decreto-Lei do Governo relativo ao processo de empresarialização do Arsenal, que só foi apresentado à Comissão de Defesa pelo Ministério da pasta e que o Partido quer ver debatido na Assembleia da República.