Novo revés para conservadores
O governo de centro-direita da República Checa, liderado por Mirek Topolanek, sofreu novo revés eleitoral ao perder a segunda volta das eleições para o Senado, realizada dias 24 e 25.
Dos 27 lugares em disputa, de um total de 81 senadores que compõem a câmara alta, o Partido Social-Democrata (CSSD), na oposição, elegeu 23, enquanto o Partido Democrático Cívico (ODS), no poder, obteve apenas três. O Partido Comunista da Boémia e Morávia (KSCM) conquistou um lugar no Senado.
Ao perder seis senadores, o ODS perdeu também a maioria que detinha naquele órgão desde 2006, com 41 lugares, embora a aliança governamental mantenha o controlo com 44 senadores.
Contudo, o ODS já não conta com um apoio de dois terços dos votos para bloquear a ratificação do Tratado de Lisboa, como defende o fundador do partido e presidente da República, Vaclav Klaus, desde que o Tratado foi rejeitado em referendo pelos irlandeses.
O líder social-democrata e antigo primeiro-ministro, Jiri Paraoubek, considerou que este resultado claramente negativo para os conservadores abre o caminho para eleições antecipadas no país.
O último sufrágio registou uma fraca taxa de participação de 29,85 por cento.
Dos 27 lugares em disputa, de um total de 81 senadores que compõem a câmara alta, o Partido Social-Democrata (CSSD), na oposição, elegeu 23, enquanto o Partido Democrático Cívico (ODS), no poder, obteve apenas três. O Partido Comunista da Boémia e Morávia (KSCM) conquistou um lugar no Senado.
Ao perder seis senadores, o ODS perdeu também a maioria que detinha naquele órgão desde 2006, com 41 lugares, embora a aliança governamental mantenha o controlo com 44 senadores.
Contudo, o ODS já não conta com um apoio de dois terços dos votos para bloquear a ratificação do Tratado de Lisboa, como defende o fundador do partido e presidente da República, Vaclav Klaus, desde que o Tratado foi rejeitado em referendo pelos irlandeses.
O líder social-democrata e antigo primeiro-ministro, Jiri Paraoubek, considerou que este resultado claramente negativo para os conservadores abre o caminho para eleições antecipadas no país.
O último sufrágio registou uma fraca taxa de participação de 29,85 por cento.