Um futuro melhor para os açorianos
Para que tudo não fique na mesma, é preciso que sejam eleitos deputados da CDU na Assembleia Legislativa Regional. A CDU será a voz, a força, a presença que o povo açoriano merece e precisa.
É necessário responder aos graves problemas sociais
A melhoria das condições de vida dos açorianos é a principal prioridade da CDU. Nesse sentido, a economia regional deve assentar num desenvolvimento harmonioso da região, potenciando as economias de cada ilha, como um todo, no incremento do investimento público, no apoio às pequenas e médias empresas, à iniciativa e à inovação, na captação de investimentos exteriores que se fixem, cresçam e criem emprego estável e de elevada incorporação tecnológica.
«A economia regional só será sustentável se der prioridade às necessidades do mercado interno da região, dando apoio às produções e aos preços para consumo açoriano», defendem os candidatos da coligação, propondo a valorização «do trabalho com o aumento geral dos salários, das pensões e reformas».
É ainda «urgente» um plano integrado de políticas públicas que altere radicalmente os custos de exploração da actividade económica, nomeadamente reduzindo os preços dos transportes aéreos e marítimos de mercadorias e de passageiros.
Por outro lado, é preciso investir na economia produtiva regional: agricultura, leite, lacticínios, carne, floricultura, tabaco, açúcar, pescas, conservas, aquicultura e o turismo. No plano da sustentabilidade económica regional, exige-se uma política e uma estratégia públicas quando à energia.
«A implementação e rigoroso cumprimento do planeamento quanto ao ordenamento do território, urbanístico e às acessibilidades regionais e por ilha, deve servir para a defesa e valorização da natureza, da qualidade ambiental, combatendo a especulação imobiliária e um crescimento desordenado e assimétrico da região», defendem os comunistas e os ecologistas, que formam a CDU.
Numa outra área, é necessário responder aos graves problemas sociais, com medidas de excepção: na saúde, na educação e ensino, na habitação, no desemprego e combate à precariedade, na protecção social, na pobreza e exclusão social, nos problemas das dependências e toxicodependências, na segurança das populações e no combate ao tráfico de droga.
De igual forma, é fundamental aprofundar e apoiar plenamente a cultura e o desporto, os agentes associativos, os artistas e técnicos regionais, promovendo um modelo de cultura e desporto para todos.
«A economia regional só será sustentável se der prioridade às necessidades do mercado interno da região, dando apoio às produções e aos preços para consumo açoriano», defendem os candidatos da coligação, propondo a valorização «do trabalho com o aumento geral dos salários, das pensões e reformas».
É ainda «urgente» um plano integrado de políticas públicas que altere radicalmente os custos de exploração da actividade económica, nomeadamente reduzindo os preços dos transportes aéreos e marítimos de mercadorias e de passageiros.
Por outro lado, é preciso investir na economia produtiva regional: agricultura, leite, lacticínios, carne, floricultura, tabaco, açúcar, pescas, conservas, aquicultura e o turismo. No plano da sustentabilidade económica regional, exige-se uma política e uma estratégia públicas quando à energia.
«A implementação e rigoroso cumprimento do planeamento quanto ao ordenamento do território, urbanístico e às acessibilidades regionais e por ilha, deve servir para a defesa e valorização da natureza, da qualidade ambiental, combatendo a especulação imobiliária e um crescimento desordenado e assimétrico da região», defendem os comunistas e os ecologistas, que formam a CDU.
Numa outra área, é necessário responder aos graves problemas sociais, com medidas de excepção: na saúde, na educação e ensino, na habitação, no desemprego e combate à precariedade, na protecção social, na pobreza e exclusão social, nos problemas das dependências e toxicodependências, na segurança das populações e no combate ao tráfico de droga.
De igual forma, é fundamental aprofundar e apoiar plenamente a cultura e o desporto, os agentes associativos, os artistas e técnicos regionais, promovendo um modelo de cultura e desporto para todos.