Comunistas apostam no desenvolvimento económico
O regresso da CDU à gestão da Câmara de Vila Real de Santo António «faz todo o sentido», uma vez que é a única força política que poderá trazer para o concelho o desenvolvimento económico.
«A situação social é bastante grave. O número de automóveis de alta cilindrada em trânsito pelo concelho engana sobre a verdadeira dimensão das dificuldades económicas. Existe muita gente carenciada, a chegar ao fim do mês sem dinheiro para remédios, sem dinheiro para comer», alertaram, recentemente, em Assembleia Municipal, os eleitos do PCP.
Esta situação, potenciada pelos sucessivos governos, agudizou-se com o afastamento da CDU da Câmara Municipal. «Largas centenas de desempregados, emprego cada vez mais precário, remunerações cada vez mais baixas face ao custo de vida, do qual não isentamos a política do actual Governo PS», acusam os comunistas, lamentando o facto de «os trabalhadores, a classe média, os pequenos comerciantes, as micro-empresas» viverem «momentos de sufoco e luta pela sobrevivência».
Recordando que a economia do concelho continua a afunilar-se no sector terciário, os eleitos do PCP criticam o facto de «a nova zona industrial» continuar nas intenções, «a agricultura mantém os níveis mínimos, subsiste» e no sector industrial «definha a construção naval e há sinais de crise na construção civil». Os comunistas lamentam, de igual forma, o facto de a Barra do Guadiana continuar assoreada e a Doca Pesca «desaproveitada», até porque «continuam as transferências de serviços para fora do concelho».
«A situação social é bastante grave. O número de automóveis de alta cilindrada em trânsito pelo concelho engana sobre a verdadeira dimensão das dificuldades económicas. Existe muita gente carenciada, a chegar ao fim do mês sem dinheiro para remédios, sem dinheiro para comer», alertaram, recentemente, em Assembleia Municipal, os eleitos do PCP.
Esta situação, potenciada pelos sucessivos governos, agudizou-se com o afastamento da CDU da Câmara Municipal. «Largas centenas de desempregados, emprego cada vez mais precário, remunerações cada vez mais baixas face ao custo de vida, do qual não isentamos a política do actual Governo PS», acusam os comunistas, lamentando o facto de «os trabalhadores, a classe média, os pequenos comerciantes, as micro-empresas» viverem «momentos de sufoco e luta pela sobrevivência».
Recordando que a economia do concelho continua a afunilar-se no sector terciário, os eleitos do PCP criticam o facto de «a nova zona industrial» continuar nas intenções, «a agricultura mantém os níveis mínimos, subsiste» e no sector industrial «definha a construção naval e há sinais de crise na construção civil». Os comunistas lamentam, de igual forma, o facto de a Barra do Guadiana continuar assoreada e a Doca Pesca «desaproveitada», até porque «continuam as transferências de serviços para fora do concelho».